Neymar, Cristiano Ronaldo, Lahm e Drogba se juntam à luta contra o ebola
Mais Esportes|Do R7
(Atualiza com a relação de todos os participantes da campanha). Redação Central, 17 nov (EFE).- Neymar, Cristiano Ronaldo, Philipp Lahm e Didier Drogba se juntaram à luta contra o ebola através da campanha da Fifa "11 contra o ebola", na qual divulgam 11 conselhos contra a doença com a ajuda de médicos e especialista, segundo anúncio da entidade máxima do futebol mundial. "Astros internacionais do futebol formam uma frente comum com a Fifa, a Confederação Africana de Futebol (CAF) e especialistas sanitários para sensibilizar o público mundial e promover singelas medidas preventivas na luta contra o ebola", explicou a Fifa. Cristiano (Real Madrid), Neymar (Barcelona), Drogba (Chelsea) e Lahm (Bayern de Munique), além de Xavi Hernández e Gérard Piqué (Barcelona), Raphael Varane e Gareth Bale (Real Madrid), John Obi Mikel (Chelsea) e Jerome Boateng (Bayern de Munique) e o técnico Josep Guardiola (Bayern de Munique), participam da campanha multimídia, lançada nesta segunda-feira sob o lema "Juntos podemos vencer o ebola". Nelas, os jogadores compartilham mensagens, junto a vídeos, áudios, cartazes e fotos. A iniciativa conta ainda com um jogador nascido em Serra Leoa, um dos países com surto da doença. George Davies, de 18 anos, é meio-campsita e defende o Greuther Fürth, da segunda divisão alemã. "A finalidade de cada um das mensagens, como por exemplo 'Notifique doenças suspeitas' ou 'Cozinhe bem a carne', é facilitar para o público a compreensão de como o vírus se propaga e oferecer informações claras a fim de evitar que o ebola seja transmitido nas comunidades afetadas", esclareceu o organismo, que enalteceu a força do esporte para difundir informações contra o surto. "Esperamos que o futebol possa ajudar com esta campanha contra o ebola que une o mundo para combater o vírus e ajudar as comunidades afetadas", disse o presidente da Fifa, Joseph Blatter. Por sua vez, o chefe médico da entidade, Jiri Dvorak lembrou a campanha "Fifa 11 para a saúde", realizada em 15 países africanos, e frisou: "Quando o futebol fala, todo o mundo escuta". EFE id/dr












