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Magnata sul-coreano confirma que será candidato à presidência da Fifa

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Seul, 6 ago (EFE).- Chung Mong-joon, o magnata sul-coreano do Grupo Hyundai que foi vice-presidente da Fifa entre 1994 e 2011, confirmou nesta quinta-feira em Seul que apresentará sua candidatura à presidência de entidade. Este empresário e político, que já antecipou no final de julho sua intenção de se candidatar, indicou hoje em entrevista coletiva que anunciará oficialmente sua candidatura no dia 17 em Paris. Previamente Chung viajará à Geórgia, onde no dia 11 será disputada a final da Supercopa da Uefa, para se reunir com personalidades do futebol europeu e possivelmente com seu esperado rival, o atual presidente da Uefa Michel Platini, segundo a agência local "Yonhap". O novo presidente da Fifa será eleito em 26 de fevereiro de 2016 na sede do organismo em Zurique e na eleição Chung enfrentará a princípio Platini e o príncipe jordaniano Ali bin Ao-Hussein. "Acho que Platini e eu somos os principais candidatos e que tenho possibilidades grandes de ganhar", garantiu hoje o aspirante sul-coreano. "Sempre trabalhei pelo interesse do futebol e da Fifa", afirmou Chung, que garantiu ser contra as políticas de questionado presidente Joseph Blatter durante sua etapa como número dois. O sexto filho de Chung Ju-yung -fundador do Grupo Hyundai- e um dos maiores acionistas do poderoso conglomerado presidiu durante 17 anos, até 2009, a Associação de Futebol de Coreia (KFA) e foi deputado do parlamento da Coreia do Sul, além de candidato à Prefeitura de Seul. Durante esse período, Chung contribuiu para que o Mundial de 2002 fosse amparado de maneira conjunta por Coreia do Sul e Japão. Em 2011, o líder perdeu a votação para renovar seu cargo como vice-presidente da Fifa para o príncipe Ali Bin al-Hussein. Nesse mesmo ano o sul-coreano mostrou seu apoio ao catariano Mohammed Bin Hammam nas eleições à presidência do organismo, embora este perdeu tenha perdido para Blatter, no que deu início ao quarto mandato do atual líder da Fifa. EFE aaf/ff

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