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Federer quer provar no Aberto dos EUA que está de volta aos melhores dias

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NOVA YORK, 25 Ago (Reuters) - As costas de Roger Federer já não doem como antes e agora o ex-número 1 do mundo quer provar a todos que está definitivamente de volta.

Recordista em títulos de Grand Slams (17), Federer não tem mais nada a provar a ninguém, mas tente convencer o tenista suíço disso.

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Depois de vários anos no topo do tênis mundial, o suíço não admite seu leve declínio no cenário atual do tênis. Tendo vencido apenas um dos últimos 14 Grand Slams, ele vem sendo frequentemente esquecido nas apostas sobre quem vencerá o Aberto dos EUA --Rafael Nadal, Novak Djokovic e Andy Murray atravessam melhor momento e são os favoritos.

Mas o tenista de 32 anos, pentacampeão do Aberto dos EUA, insiste em dizer que ele não é carta fora do baralho e aposta todas as fichas em mais um título no circuito de Flushing Meadows.

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"Sempre que eu venho até aqui, não venho com a missão de chegar às quartas de final", disse ele a jornalistas. "Venho para ser campeão. Mas para atingir isso, tenho que pensar em um dia após o outro. Primeiro, vamos pensar no jogo da segunda-feira."

Pelos padrões do vitorioso tenista, o ano de 2013 tem sido muito fraco. Em Wimbledon, seu torneio favorito, ele sofreu uma inesperada derrota na segunda fase e começou a despencar nos rankings mundiais.

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O suíço é o sétimo cabeça-de-chave no US Open, seu pior posicionamento na chave em mais de uma década, mas diz que o ranking não influencia tanto assim.

"Os rankings oscilam muito, especialmente quando você não joga bem", disse. "Atualmente, isso é secundário, apesar de eu sempre ter ligado muito para o ranking a vida inteira. Eu costumava ficar ansioso pela segunda-feira só para ver a atualização das listas e ver quantos pontos eu havia ganhado ou perdido."

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"Mas quanto mais velho você fica, menos você liga para isso. Claro que eu quero sempre estar no topo, melhorar, subir no ranking."

A queda de Federer não passou batida: o ex-campeão John McEnroe chegou a dizer que o suíço jamais voltaria a vencer um Grand Slam.

Federer, evidentemente, discorda, argumentando que tem se sentido cada dia melhor após um problema nas costas que o afastou no início do ano, além de ter voltado à velha marca de raquete que costumava usar.

"Eu pensava no problema das minhas costas mais do que qualquer coisa. Mas agora não, e estou feliz em jogar bem", afirmou.

"Essas coisas me trazem confiança. Minhas costas estão boas e agora voltei com minha velha raquete, a raquete com a qual eu ganhei tudo."

(Reportagem de Julian Linden)

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