Logo R7.com
RecordPlus
BRASILEIRO 2022

Dirigentes chilenos se defendem após denúncia de salários ilegais

Mais Esportes|Do R7

  • Google News

Santiago (Chile), 8 set (EFE).- Os dirigentes da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile (ANFP) defenderam nesta terça-feira a legitimidade dos salários recebidos por suas funções, depois que o Ministério da Justiça os classificou como ilegais. Após uma inspeção de documentos na ANFP, as autoridades afirmaram que os salários pagos ao presidente da entidade, Sergio Jadue, e a seus companheiros de diretório, são ilegais, já que a associação está constituída como corporação sem fins lucrativos e por isso seus executivos não podem ser remunerados. "Chegamos à conclusão que no item de remunerações havia uma ilegalidade de caráter civil", declarou o chefe do Departamento Jurídico do Ministério, Carlos Aguilar, ao "Canal 13" de televisão. Segundo a própria ANFP, Jadue recebe 5,3 milhões de pesos (R$ 29,1 mil) por mês. Em comunicado, a entidade garantiu que cumpriria as determinações do Ministério, sem, no entanto, esclarecer se concorda com as autoridades. "Faremos a devolução do dinheiro, nossas remunerações estão suspensas enquanto as respectivas impugnações são preparadas", disse o presidente da associação aos jornalistas. "Me surpreende, porque há universidades, colégios, fundações, igrejas e corporações que também pagam remunerações. Nós pagamos impostos, fui o único presidente da ANFP que pagou impostos" acrescentou Jadue, argumentando. O dirigente explicou que o organismo mudou o estatuto para começar a pagar salários aos dirigentes e lembrou que as autoridades não contestaram a medida à época. Ele terá de devolver 34,6 milhões de pesos (R$ 190,3 mil) recebidos desde janeiro. EFE cch/dr

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.