Chefe da delegação de Cuba no Pan fala em manutenção do 2º lugar em medalhas
Mais Esportes|Do R7
Toronto (Canadá), 8 jul (EFE).- Chefe da delegação de Cuba nos Jogos Pan-Americanos, Antonio Becali, garantiu nesta quarta-feira que o principal objetivo do país no evento é conseguir manter o segundo lugar no quadro de medalhas, mas também, dar experiência aos atletas. "Para Cuba é muito importante manter a posição, que não perdemos desde 1971. Temos uma delegação jovem, com uma média de idade de 25 anos", disse o dirigente, em entrevista coletiva concedida em Toronto, no Canadá. Em Guadalajara, quatro anos atrás, o ilha caribenha obteve 58 medalhas de ouro, marca a que se pretende igualar ou melhorar nesta edição dos Jogos Pan-Americanos. Entre as principais esperanças da delegação, segundo o próprio Becali, está Pedro Pichardo, primeiro atleta do país a superar os 18 metros no salto triplo. "Estamos falando de uma escola cubana de salto. Ele está saltando com facilidade acima de 17,50 metros. Marcou 18,04 e 18,06 e é um dos quatro homens na história a passar dos 18 metros", disse. Becali garantiu que é possível acreditar que Pichardo quebre o recorde mundial da prova em Toronto, superando os 18,29 metros alcançados pelo britânico Jonathan Edwards, 20 anos atrás. Outro grande desafio de Cuba é recuperar a hegemonia no beisebol masculino, perdido quatro anos atrás para o Canadá, após dez títulos consecutivos. "Para nós, o beisebol é o que é o futebol para o Brasil. Um esporte da nossa identidade, da nossa cultura. É o esporte nacional", explicou Becali. O chefe da delegação do país lembrou que a seleção vem de título na Série do Caribe e nos Jogos Centro-Americanos e do Caribe, e ainda se preparou com partidas amistosas nos Estados Unidos. Becali ainda garantiu que os cubanos ainda esperam muitas medalhas no boxe, judô, atletismo, canoagem e, especialmente, na luta, com Mijaín López, campeão mundial e duas vezes medalha de ouro nos Jogos Olímpicos. EFE dmm/bg











