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BRASILEIRO 2022
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Campeões olímpicos, Sheilla e André Heller são novos assistentes das seleções de vôlei

Diretor da CBV ressaltou que os ex-jogadores foram escolhidos por terem habilidades e conhecimentos que agregam para os times

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Sheilla é bicampeã de 2008 e 2012; André faturou o ouro em Pequim
Sheilla é bicampeã de 2008 e 2012; André faturou o ouro em Pequim

A oposto Sheilla Castro, bicampeã olímpica em Pequim (2008) e Londres (2012), e o central André Heller, ouro em Atenas (2004), estão de volta à seleção brasileira de vôlei. Depois de fazerem história nas quadras e cursos de especialização visando cargos administrativos, eles foram nominados pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), como novos assistentes da seleção nas equipes feminina e masculina, respectivamente.

"Sheilla e André Heller são referências do esporte brasileiro, têm uma mentalidade vencedora. Eles farão parte das comissões técnicas participando da integração com os atletas e no processo de transição e desenvolvimento dos novos talentos que chegam às equipes adultas", anunciou Jorge Bichara, diretor técnico da CBV.

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O dirigente ressaltou a habilidade e conhecimento dos ex-jogadores para ver como contratação certeira para as seleções. "Entendem o ambiente das seleções e as responsabilidades de quem veste a camisa do Brasil. Vão atuar diretamente com os jogadores, alinhados com as comissões técnicas, colaborando no desenvolvimento de talentos e facilitando a passagem por cada etapa."

Sheilla e André Heller terão a missão de acompanhar atividades das equipes femininas e masculina no Centro de Treinamento de Saquarema e, eventualmente, vão participara das viagens com as equipes.

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"Procuro ser uma ponte entre comissão técnica e atletas. Fui atleta até pouco tempo atrás e sei como funcionam os processos. Ajudar nessa comunicação é importante para o resultado do trabalho", disse Sheilla. "Divido minhas experiências como atleta e o que significa vestir a camisa da seleção brasileira. Quero que seja um processo leve, mesmo com todos os desafios", endossou. Ela tem formação em coach esportivo nível 2 no curso de treinadores da CBV e registro provisionado do Conselho Regional de Educação Física.

"O trabalho tem ligação com as demandas do dia a dia. Tem uma base, mas é uma construção conjunta. Desde que me aposentei da seleção masculina, me tornei um torcedor e estar novamente ligado à seleção masculina, para colaborar com meu trabalho, é algo incrível", completou André Heller, formado em Empreendedorismo com especialização em Brain-Based Coaching e Inteligência Emocional.

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