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'Atletismo é o que me faz sorrir', diz brasileiro medalhista de ouro no Rio-2016

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Alessandro Rodrigo Silva, de 32 anos, ressaltou a importância do esporte na sua vida, na primeira entrevista depois ganhou medalha de ouro no lançamento de disco, nesta segunda-feira, nos Jogos Paaralímpicos do Rio-2016. Alexandre, que se tornou atleta paralímpico em 2013, ficou cego em 2009 após contrair toxoplasmose, uma doença parasitária.

"O esporte ajudou a minha vida e a da minha família. É o que nos faz sorrir. Quando começo a lançar os discos, vejo que é gostoso e cada vez quero mais. Não consigo parar. Mas falam que o descanso faz parte também", brincou.


O atleta, que participa de sua primeira Paralimpíada, disse que treinou pesado para a competição. "Vim para fazer meu melhor não para pegar a medalha. O ouro era uma consequência, se não deixasse o nervosismo me afetar. Mas cheguei tranquilo na prova. O treinamento foi duro, com muitas brigas e nervosismo. Você fica nervoso quando erra e, quando acerta, acha que não errou por conta da cobrança. Falam que eu sou teimoso, mas acho que deu certo", disse.

Além de conquistar a medalha de ouro, Alessandro bateu o recorde paralímpico, na categoria F11 (para cegos). Ele atingiu a marca de 43,06 metros. No ano passado, ele havia ficado em primeiro lugar na mesma modalidade, no Parapan, em Toronto. Também ficou na 10.ª colocação no Mundial Paralímpico. Alessandro, ou Gigante, como é conhecido, é natural de Santo André (SP). Hoje, ele mora em Mauá (SP).

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