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Alterações no processo eleitoral da CBB são aprovadas por unanimidade

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A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) terá eleições mais democráticas. Em assembleia geral, realizada na sede do Comitê Olímpico do Brasil (COB), no Rio de Janeiro, as alterações estatutárias foram aprovadas por unanimidade.

"Como ex-jogador, me sinto honrado em presidir uma confederação em que jogadores, técnicos e clubes passam a ter direito aos votos, ainda mais com uma paridade de gêneros, ou seja, com as mulheres tendo o seu merecido espaço", afirmou o presidente da CBB, Guy Peixoto Jr.


"O melhor é que essas significativas alterações ocorreram de forma unânime por parte das nossas federações estaduais, que querem, realmente, reerguer o basquete brasileiro", completou o dirigente, que assumiu o cargo em março deste ano, em um cenário de caos.

Com estas mudanças, o colégio eleitoral da CBB passa a ter 43 votantes, com paridade de gêneros: 27 federações estaduais, dez jogadores (cinco homens e cinco mulheres), quatro clubes (dois do naipe masculino e outros dois do feminino) e dois treinadores (um homem e uma mulher).


No caso dos atletas, seis precisam ter sido medalhistas olímpicos ou de mundiais (três homens e três mulheres) e para os outros quatro, precisam ser dois jogadores que atuaram pela seleção brasileira adulta em alguma competição oficial da Federação Internacional de Basketball.

Por fim, os dois representantes da Associação de Atletas, o presidente e o vice-presidente, também poderão votar. Porém, obrigatoriamente, tem de ser um homem e uma mulher.

Participaram da assembleia representantes de 26 federações estaduais - apenas a Federação Cearense não compareceu - e a Associação dos Atletas, representada por Guilherme Giovannoni, jogador do Vasco.

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