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Advogados de defesa fazem pedido para Nicolás Leoz seguir tratamentos médicos

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Assunção, 4 jun (EFE).- A defesa do paraguaio Nicolás Leoz, ex-presidente da Conmebol, fez pedido à justiça, para que o dirigente possa sair de casa para realizar tratamento de diversos problemas de saúde. Fernando Barriocanal, um dos advogados de Leoz, que tem 86 anos e está em prisão domiciliar, confirmou à Agência Efe nesta quinta-feira a solicitação. O cliente necessita, segundo a fonte, seguir fazendo fisioterapia e, para isso, teria que sair da casa em que vive, em Assunção. O pedido foi enviado ao juiz Humberto Otazu, que decretou a prisão, quando o paraguaio ainda estava internado em um hospital da capital do país, que faz parte do grupo empresarial que o próprio acusado comanda. Leoz foi para a unidade de saúde devido um quadro de hipertensão, no mesmo dia em que sete dirigentes, entre eles seu sucessor, o uruguaio Eugenio Figueredo, e José Maria Marin, ex-presidente da CBF, foram presos em Zurique, na Suíça. A justiça paraguaia abriu o procedimento contra o dirigente após os Estados Unidos solicitarem sua prisão preventiva, além de abertura de processo de extradição. O Código Penal do país sul-americano, no entanto, não permite a prisão de maiores de 70 anos. Entre outras acusações, Leoz foi indiciado por "conspiração para desvio de fundos, utilizando meios de comunicação" e de "dirigir ou tentar dirigir uma transação final que envolve lucro em uma atividade ilícita". EFE jm/bg

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