Lutas Dono do UFC cogita lutadores na rua para 'acabar' com as manifestações

Dono do UFC cogita lutadores na rua para 'acabar' com as manifestações

Dana White gostou da atitude de Jon Jones, que encarou rapazes que supostamente vandalizavam a cidade durante protestos contra racismo

  • Lutas | Do R7

Dana White gostou de ver Jon Jones contendo 'vândalos' em manifestações

Dana White gostou de ver Jon Jones contendo 'vândalos' em manifestações

Divulgação/UFC

Dana White voltou a entrar em uma polêmica. O dono do UFC participou de um podcast e emitiu sua opinião sobre as manifestações que estão acontecendo no mundo todo, mas principalmente nos Estados Unidos, contra o racismo, após o assassinato de George Floyd, um homem negro que foi morto por policiais brancos.

Dana, apesar de se mostrar inconformado com a forma como Floyd morreu, deu uma ideia um tanto estranha. Usando o exemplo de Jon Jones, que na última semana foi flagrado confrontando dois jovens mascarados, que supostamente estavam vandalizando as ruas de Albuquerque, no Novo México, ele cogitou mandas os outro lutadores do UFC fazerem o mesmo:

"Você viu ele andando nas ruas de Albuquerque, tirando latas de spray das mãos dos garotos? Aqueles garotos cag**** nas calças. Acho que talvez eu deveria enviar lutadores do UFC às ruas para parar essa m***", disse ele ao "Steve-O's Wild Ride".

Em entrevista ao site "MMA Junkie", Dana White ainda demonstrou descrença que os protestos nos EUA tragam mudanças significativas nas relações raciais no país, e fez uma comparação inusitada.

"Fazer mudanças reais é muito maior do que marchar e protestar e todas essas coisas. Pode ser um exemplo idiota, mas é o melhor que posso te dar: Eu acreditava no UFC e no esporte do MMA. Me juntei com dois amigos meus, nós compramos o UFC e começamos a construir isso. Fomos ao trabalho. Fomos atrás de todos os editores esportivos. Todos os canais. Dividimos nossa visão e crescemos nosso movimento. É como quando queríamos voltar a fazer lutas na pandemia. Eu poderia ter reunido 350 funcionários para marchar pela rua gritando, "Queremos lutar!" Não foi o que fizemos. Nós fomos contar nossa história na imprensa e trabalhamos com políticos. É assim que você faz mudanças reais."

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