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Relembre artilheiros do Santos no título da Libertadores em 2011

Com seis gols, Neymar foi o goleador do Peixe e eleito o Rei da América no terceiro troféu do Santos na competição continental

Lance|Do R7

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Os santitas lembram com carinho da última conquista da Copa Libertadores da América do clube. Naquela competição, em 2011, Neymar comandou o ataque do Santos com seis gols. Relembre os maiores artilheiros do Peixe.

Neymar (6 gols) – O Rei da América em 2011 foi o artilheiro do Peixe no tri da Libertadores e vice-artilheiro do torneio. Fez seis gols em seis partidas e cinco adversários diferentes: Colo Colo (duas vezes), Deportivo Táchira, Once Caldas, Cerro Porteño e Peñarol.
Os santitas lembram com carinho da última conquista da Copa Libertadores da América do clube. Naquela competição, em 2011, Neymar comandou o ataque do Santos com seis gols. Relembre os maiores artilheiros do Peixe. Neymar (6 gols) – O Rei da América em 2011 foi o artilheiro do Peixe no tri da Libertadores e vice-artilheiro do torneio. Fez seis gols em seis partidas e cinco adversários diferentes: Colo Colo (duas vezes), Deportivo Táchira, Once Caldas, Cerro Porteño e Peñarol.
Danilo (4 gols) – O lateral-direito, atualmente da Juventus (ITA) foi um amuleto de Muricy Ramalho naquela Libertadores, atuando, tanto em sua posição de origem, quanto no meio campo, na ausência de PH Ganso, contundido, fazendo a função de Elano e liberando o camisa 8 pro jogo. Ao lado de Neymar, foi autor de um dos gols na final, contra o Peñarol (URU). Marcou também contra Colo Colo (CHI), Cerro Porteño (PAR) e Deportivo Táchira (VEN) na fase de grupos.
Danilo (4 gols) – O lateral-direito, atualmente da Juventus (ITA) foi um amuleto de Muricy Ramalho naquela Libertadores, atuando, tanto em sua posição de origem, quanto no meio campo, na ausência de PH Ganso, contundido, fazendo a função de Elano e liberando o camisa 8 pro jogo. Ao lado de Neymar, foi autor de um dos gols na final, contra o Peñarol (URU). Marcou também contra Colo Colo (CHI), Cerro Porteño (PAR) e Deportivo Táchira (VEN) na fase de grupos.
Elano (3 gols) – Teve um início de Libertadores avassalador, marcando os dois primeiros gols santistas no torneio, no empate em 1 a 1 contra o Cerro Porteño, na segunda partida da fase de grupos, na Vila Belmiro, e na derrota por 3 a 2 contra o Colo Colo, no Chile, pela terceira rodada. Na quarta rodada, novamente contra o Colo Colo, mas dessa vez na Vila Belmiro, marcou o primeiro gol da vitória por 3 a 2, o seu último naquela campanha.
Elano (3 gols) – Teve um início de Libertadores avassalador, marcando os dois primeiros gols santistas no torneio, no empate em 1 a 1 contra o Cerro Porteño, na segunda partida da fase de grupos, na Vila Belmiro, e na derrota por 3 a 2 contra o Colo Colo, no Chile, pela terceira rodada. Na quarta rodada, novamente contra o Colo Colo, mas dessa vez na Vila Belmiro, marcou o primeiro gol da vitória por 3 a 2, o seu último naquela campanha.
Zé Love (1 gol) – O centroavante da conquista do Santos em 2011 chegou ao segundo jogo da semifinal sem marcar há 15 jogos, mas descantou logo aos dois minutos do empate em 3 a 3 contra o Cerro Porteño, no Paraguai. Foi o único do “Artilheiro do Amor” no torneio continental.
Zé Love (1 gol) – O centroavante da conquista do Santos em 2011 chegou ao segundo jogo da semifinal sem marcar há 15 jogos, mas descantou logo aos dois minutos do empate em 3 a 3 contra o Cerro Porteño, no Paraguai. Foi o único do “Artilheiro do Amor” no torneio continental.
Paulo Henrique Ganso (1 gol) – Ganso perdeu boa parte do mata-mata daquela Libertadores, por conta de uma lesão muscular, mas foi dele o gol que deu a classificação às quartas de final. No primeiro jogo das oitavas de final, contra o América (MEX), na Vila Belmiro, fez o gol solitário da vitória por 1 a 0. Na partida de volta, em solo mexicano, o 0 a 0 colocou o Peixe na fase seguinte.
Paulo Henrique Ganso (1 gol) – Ganso perdeu boa parte do mata-mata daquela Libertadores, por conta de uma lesão muscular, mas foi dele o gol que deu a classificação às quartas de final. No primeiro jogo das oitavas de final, contra o América (MEX), na Vila Belmiro, fez o gol solitário da vitória por 1 a 0. Na partida de volta, em solo mexicano, o 0 a 0 colocou o Peixe na fase seguinte.
Alan Patrick (1 gol) –Substituto de Ganso no meio-campo, após o camisa dez sofrer um edema na coxa no jogo de ida da final do Paulistão de 2011, Alan Patrick fez o gol da vitória por 1 a 0 do Santos, fora de casa, contra o Once Caldas (COL) no primeiro jogo das quartas de final da Libertadores em 2011. O feito do Menino da Vila foi fundamental, já que o jogo de volta, no Pacaembu, terminou 1 a 1.
Alan Patrick (1 gol) –Substituto de Ganso no meio-campo, após o camisa dez sofrer um edema na coxa no jogo de ida da final do Paulistão de 2011, Alan Patrick fez o gol da vitória por 1 a 0 do Santos, fora de casa, contra o Once Caldas (COL) no primeiro jogo das quartas de final da Libertadores em 2011. O feito do Menino da Vila foi fundamental, já que o jogo de volta, no Pacaembu, terminou 1 a 1.
Edu Dracena (1 gol) – O capitão do tri fez o gol que garantiu o Peixe na final da Libertadores. No confronto de ida das semifinais, no Pacaembu, o zagueiro subiu de cabeça e fez o gol da vitória santista contra o Cerro Porteño. No duelo de volta, no Paraguai, o Santos empatou em 3 a 3 e gol do primeiro jogo foi crucial para o Alvinegro Praiano voltasse à decisão do torneio oito anos depois.
Edu Dracena (1 gol) – O capitão do tri fez o gol que garantiu o Peixe na final da Libertadores. No confronto de ida das semifinais, no Pacaembu, o zagueiro subiu de cabeça e fez o gol da vitória santista contra o Cerro Porteño. No duelo de volta, no Paraguai, o Santos empatou em 3 a 3 e gol do primeiro jogo foi crucial para o Alvinegro Praiano voltasse à decisão do torneio oito anos depois.
Jonathan (1 gol) – O lateral-direito marcou o segundo gol santista na partida que confirmou a classificação do Peixe ao mata-mata. Após conseguir uma empolgante vitória por 2 a 1, fora de casa, contra o líder do grupo, o Cerro Porteño, mesmo sem Neymar, Elano e Zé Love, o Santos confirmou a classificação às oitavas de final vencendo o lanterna, Deportivo Táchira (VEN) por 3 a 1, no Pacaembu.
Jonathan (1 gol) – O lateral-direito marcou o segundo gol santista na partida que confirmou a classificação do Peixe ao mata-mata. Após conseguir uma empolgante vitória por 2 a 1, fora de casa, contra o líder do grupo, o Cerro Porteño, mesmo sem Neymar, Elano e Zé Love, o Santos confirmou a classificação às oitavas de final vencendo o lanterna, Deportivo Táchira (VEN) por 3 a 1, no Pacaembu.
BÔNUS – Barreto (Cerro Porteño): Em um lance pitoresco, o goleiro do clube paraguaio jogou a bola para o próprio patrimônio no segundo gol santista no empate em 3 a 3, fora de casa, pelo segundo jogo das semifinais. Edu Dracena chutou para frente, Neymar apertou o zagueiro Benitez que tentou o recuo para o goleiro que com um tapa para trás marcou contra.
BÔNUS – Barreto (Cerro Porteño): Em um lance pitoresco, o goleiro do clube paraguaio jogou a bola para o próprio patrimônio no segundo gol santista no empate em 3 a 3, fora de casa, pelo segundo jogo das semifinais. Edu Dracena chutou para frente, Neymar apertou o zagueiro Benitez que tentou o recuo para o goleiro que com um tapa para trás marcou contra.

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