Lance Jiu-jitsu se torna válvula de escape para empresários com rotina atribulada

Jiu-jitsu se torna válvula de escape para empresários com rotina atribulada

Gestor da rede de drogarias Cumani, Julio Marinho é um exemplo dos profissionais que tiram o terno e colocam o kimono

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Quando Carlos Gracie começou a adaptar o jiu-jitsu ensinado pelo japonês Conde Koma, no início do século XX, a modalidade tinha como ponto a defesa pessoal, seguido por autoconfiança e autocontrole. A arte suave foi evoluindo, deixou de ser apenas uma luta e hoje é uma ferramenta de transformação social e pessoal.

Hoje com milhões de adeptos espalhados pelos quatro cantos do mundo, em sua maioria liderado por faixas-pretas brasileiros, o jiu-jitsu é praticado por crianças, agentes de segurança pública e militares, juízes, reis e empresários. Não apenas pelo potencial de defesa, mas pelos benefícios gerados à saúde, incluindo mental.

Gestor da rede de drogarias Cumani, que possui com mais de 90 unidades no Rio de Janeiro, o empresário e faixa-azul Julio Marinho é um exemplo de como a prática da arte suave pode amenizar os danos causados pelo estresse inerente ao dia a dia. Segundo ele, o tatame é um dos locais onde ele suaviza a rotina.

"Comecei no jiu-jitsu levando a minha filha, Julia. Me encantei. Desde então, notei muitos benefícios, principalmente em relação à concentração, foco, disciplina. Estou mais atento a tudo", destaca o empresário, que treina no CT Treino Real com o professor e xará Julio Carvalho.

"Realmente, ali no tatame é excelente para dar uma extravasada e poder ficar tranquilo, porque a rotina é muito pesada, muita coisa depende da ação da gente, então a gente acaba ficando bem preso nisso. O esporte no geral é muito bom para isso e o jiu-jitsu é uma válvula de escape", completa.

A rotina de Julio Marinho consiste em gerenciar a rede de farmácias, incluindo duas das quais ele é o dono, levar a filha para a escola e para o jiu-jitsu e, para equilibrar as ações, recarregar as energias através de práticas esportivas, que vão além do jiu-jitsu.

"Acordo cedo, vou à academia diariamente, onde fico por uma hora, levo minha filha no colégio e vou trabalhar. Costumo chegar em casa às 22h. Não consigo dormir oito horas por dia. O que me acalma são os treinos de jiu-jitsu, andar à cavalo, praticar airsoft e correr. Corro 10km e estou indo para os 15km em breve", finalizou.

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