Ginasta brasileira é liberada após cumprir suspensão por doping

Camilla Lopes cumpriu pena de nove meses por uso de diurético

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A brasileira Camilla Lopes, principal nome do país na ginástica de trampolim, foi flagrada em exame antidoping por uso de canrenone, um diurético, mas já cumpriu a pena e pode voltar às competições. A Comissão Disciplinar da Federação Internacional de Ginástica (FIG) considerou que não houve falta ou negligência significativa da atleta. A entidade só divulgou o caso na semana passada.

A suspensão de quase nove meses começou no dia 30 de novembro de 2019 e se encerrou no dia 17 de agosto de 2020. Assim, a atleta de 26 anos ainda tem chances de disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio, no ano que vem.

O teste que apontou o uso da substância ocorreu durante o Mundial de Tóquio, em novembro do ano passado, quando a ginasta alcançou as semifinais na prova individual, a disputada nas Olimpíadas. Ela foi desclassificada da competição no Japão e de todos os eventos até o dia 29 de julho de 2020.

Em 2018, ela se tornou a primeira brasileira a se classificar para uma semifinal de Mundial na prova olímpica, ao terminar na 14ª posição.