Futebol Rueda promete lutar contra a falência do Santos: 'Isso tem que parar'

Rueda promete lutar contra a falência do Santos: 'Isso tem que parar'

Um dos primeiros desafios da gestão é acabar com o transfer ban na FIFA, que impede o Alvinegro de registrar novos atletas

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Andres Rueda foi eleito presidente do Santos neste sábado, na Vila Belmiro, com quase 4.000 votos. E um dos primeiros desafios da gestão é acabar com o transfer ban na FIFA, que impede o Alvinegro de registrar novos atletas.

O Santos precisa pagar cerca de R$ 4 milhões ao Atlético Nacional, da Colômbia, pela contratação do zagueiro Felipe Aguilar, em 2019. O antecessor de Rueda, Orlando Rollo, garantiu que encaminhou um acordo com o clube colombiano durante a semana.

- Primeira ação é aceitar a situação financeira do Santos. Espero que o presidente resolva as situações da Fifa até 31 de dezembro. Caso não sejam resolvidas, precisamos tirar isso da frente. Clube está amarrado porque não anda assim. Se estiver resolvido, vamos cuidar de outras dívidas. Se não tiver, vamos cuidar dessas punições - falou Rueda.

Rueda também externou indignação com a atual situação do Santos. Além disso, prometeu lutar contra a falência do clube, que tem uma dívida atual perto dos R$ 300 milhões.

- Na verdade, não tem o que entender. Nem dá para dizer que é falta de entendimento ou compreensão. Eu fui claro. O futebol de hoje, com corrupção e coisas erradas, com situações dolosas... O que isso gera? Gera jogadores, dirigentes e televisões milionários, com clube falido. Eu abomino esse tipo de coisa, o que futebol tem de ruim e vou lutar para acabar essa corrupção. Um câncer que come clubes de futebol, não só o Santos. Isso tem que parar - afirmou o novo presidente do Alvinegro.

O Comitê Gestor de Andres Rueda será composto por: José Berenguer, Rafael Leal, Vitor Sion, Dagoberto Oliva, Ricardo Campanário, José Renato Quaresma e Walter Schalka.

Ele já tinha disputado as eleições de 2017, perdendo para apenas José Carlos Peres. Ele participou do Comitê Gestor do rival, em 2018, mas ficou apenas seis meses no colegiado.

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