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Presidente da La Liga responde a Vini Jr. de novo, diz combater racismo e cobra: 'Você está sendo injusto'

Brasileiro foi alvo de ataques e injúrias raciais em duelo contra o Valencia ontem; comunidade mundial reagiu a mais um caso

Futebol|Do R7

Vini Jr. foi alvo de racismo, de novo, na Espanha
Vini Jr. foi alvo de racismo, de novo, na Espanha Vini Jr. foi alvo de racismo, de novo, na Espanha

O presidente da LaLiga, Javier Tebas, voltou a usar suas redes sociais nesta segunda-feira (22) para falar sobre os casos de racismo contra Vinícius Jr. O mandatário, que já havia respondido ao brasileiro e disse que a culpa era de Vini Jr. por não ter comparecido a reuniões que tratariam do racismo no futebol espanhol, voltou a se referir ao atacante do Real Madrid, afirmando que estaria sendo injusto em sua fala.

"Nem a Espanha nem LaLiga são racistas. Você está sendo injusto em dizer isso. Como comandantes da LaLiga, denunciamos e combatemos o racismo com toda a rigidez dentro das nossas competências. Nesta temporada, foram nove casos de racismo [oito contra Vini]. Sempre identificamos os infratores e levamos a denúncia aos órgãos legisladores. Não importa que sejam poucos, eles são implacáveis. Não podemos permitir que se manche a imagem de uma competição que é sobre o símbolo de união de povos, onde mais de 200 jogadores são de origem negra em 42 clubes que recebem, em cada rodada, o respeito e o carinho das torcidas, sendo o racismo um caso extremamente pontual que vamos eliminar", afirmou.

Aos 27 minutos da segunda etapa, enquanto o Real perdia por 1 a 0 no Mestalla, torcedores do Valencia começaram a ofender e atacar Vini com injúrias raciais. O brasileiro identificou e apontou os autores do crime para o árbitro Ricardo de Burgos Bengoechea, que paralisou o jogo por nove minutos.

No fim do duelo, porém, o brasileiro se envolveu em uma confusão com Hugo Duro e acertou o rosto do valenciano, sendo expulso após revisão do VAR. Os operadores do vídeo, porém, omitiram um mata-leão de Hugo no camisa 20 merengue, que se estendeu por cerca de dez segundos antes do golpe de Vinícius.

O Real, na manhã desta segunda-feira, formalizou uma denúncia à Procuradoria-Geral do Estado contra o caso de racismo, devido à situação poder ser considerada um crime de ódio, e aguarda as investigações do Ministério Público. Foi o nono estádio nesta temporada em que Vini foi alvo de gritos racistas. O outro caso, citado por Tebas, teve como foco o nigeriano Samuel Chukwueze, do Villarreal, em duelo contra o Mallorca.

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