Futebol CEO apresenta números dos primeiros meses da gestão Durcesio no Botafogo a Conselheiros e sócios

CEO apresenta números dos primeiros meses da gestão Durcesio no Botafogo a Conselheiros e sócios

Jorge Braga mostrou, por meio de uma reunião virtual com o Conselho Deliberativo, dados dos primeiros seis meses do novo presidente no Alvinegro

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A diretoria do Botafogo apresentou números e estatísticas dos seis primeiros meses da gestão do presidente Durcesio Mello. O CEO Jorge Braga mostrou, em reunião virtual realizada na última quinta-feira, dados e um balanço dos 180 dias - ou seis meses - do mandatário no Alvinegro ao Conselho Deliberativo.

O LANCE! teve acesso ao documento que foi colocado na reunião com os conselheiros, que passou números sobre questões administrativas, financeiras, esportivas, institucionais e no sentido de negócios.

Sócios do clube receberam o documento com prioridade por meio da plataforma do "Camisa 7", nova programa de associados do clube de General Severiano.

Durcesio e Jorge Braga destacaram, primeiramente, a "profissionalização do clube" a partir da chegada do próprio CEO e do diretor de futebol. Também foi citada uma "reestruturação geral" da área administrativa e financeira, com a divulgação de um balanço financeiro sem ressalvas e a criação de um Plano de Metas visando a reestruturação econômico-financeira.

Também chamou a atenção que o documento colocou que o Botafogo terá uma previsão orçamentária de R$ 3 milhões caso consiga o acesso à Série A do Brasileirão. Jorge Braga também citou que agora a equipe - tanto futebol quanto diretoria - ficam concentradas no Nilton Santos, liberando a sede de General Severiano.

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​Nas questões que envolvem diretamente as quatro linhas, os destaques do documento são que Jorge Braga tem reuniões periódicas com Eduardo Freeland, diretor de futebol do clube, para falar sobre a equipe e resultados.

No sentido de salários, o documento afirma que a folha salarial do elenco diminuiu em relação à temporada passada. O time do último Brasileirão ganhava R$ 4 milhões por mês (contando direitos de imagem). Atualmente, o valor é de R$ 2,5 milhões, o que representa uma redução de 36%.

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