Everton Santos projeta mata-mata do Catarinense falando em 'esforço e comprometimento'

Atacante do Figueirense deixou a entender que quer mais espaço afirmando que tem muito a agregar aos 33 anos de idade

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Em meio à paralisação do Campeonato Catarinense devido aos surto do COVID-19 por todo o Brasil, o Figueirense também optou por suspender suas atividades no CFT do Cambirela. O Estado de Santa Catarina conta com 7 casos confirmados da doença, mas a Secretaria de Saúde do estado não nega que que podem existir mais infectados não computados.

Dentro de campo, as coisas para o Figueirense terminaram de forma apaziguadora na primeira fase do Campeonato Catarinense. O time venceu na décima rodada do estadual o Brusque, em casa, pelo placar de 1 a 0.

Autor da assistência para o gol da vitória, Everton Santos comemorou a oportunidade que teve de entrar no segundo tempo e poder colaborar com a equipe. O atacante marcado na história do time pelo gol do acesso em 2013 à Série A e pelo gol do título do Catarinense em 2014 entrou na partida aos 16 minutos do segundo tempo e participou de jogadas de movimentação importantes para a equipe.

- Graças a Deus entrei e consegui ajudar com a assistência pro Marquinhos, mas o mais importante é ter me preparado bem ao longo da semana, esperando a oportunidade chegar. Ela veio e fui feliz em contribuir e ajudar o time. Agora é seguir trabalhando forte por que temos pela frente jogos decisivos - disse Everton Santos.

O atacante também ressaltou a importância de manter o foco nas quartas de final da competição e errar o menos possível. O Figueirense enfrenta o Juventus no mata-mata em data ainda a ser definida onde, para ele, erros podem ser muito prejudiciais.

- Agora começa o mata mata, jogo do qual devemos ter o mínimo de erro possível pois se errar não tem volta. Temos que trabalhar forte e focados para fazermos um bom jogo pois sabemos da dificuldade que encontraremos diante do Juventus - comentou o atacante.

Everton Santos quer continuar acumulando minutos dentro de campo e ajudando o Furacão do Estreito tanto diante do Brusque como também no último jogo do time pela Copa do Brasil contra o Fluminense.

- O meu pensamento é em ajudar. Seja com 5 minutos, 45 ou o jogo inteiro. Importante é se preparar bem. É lógico que o jogador quer sempre estar atuando e eu não sou diferente. Respeito as decisões do treinador e vou continuar fazendo o meu trabalho pra buscar estar sempre jogando - completou.