Lance Estabilidade e competitividade: os motivos que levaram Rodrigo Caetano a permanecer no Atlético-MG

Estabilidade e competitividade: os motivos que levaram Rodrigo Caetano a permanecer no Atlético-MG

Dirigente estava na mira do Corinthians para a próxima temporada

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Rodrigo Caetano confirmou à direção do Atlético-MG que fica no clube para a temporada 2024. O dirigente estava na mira do Corinthians para comandar o projeto de reestruturação do departamento de futebol na nova gestão, eleita em novembro.

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No Atlético desde janeiro de 2021, Caetano é peça-chave do projeto do Galo em busca de títulos, um dos motivos que pesou a favor de sua permanência no clube. A partir da chegada do dirigente, o clube mineiro tem se notabilizado pelos altos investimentos na montagem do elenco, na intenção de competir em igualdade de condições com Flamengo e Palmeiras.

O investimento deu resultado: foi o diretor que montou o elenco da Copa do Brasil em 2021 e que quebrou um tabu de 50 anos no Brasileirão, também na mesma temporada. Para efeito de comparação, o Corinthians não venceu um título sequer na gestão de Duílio Monteiro Alves, algo que não acontecia desde 1987. Em outras palavras, o clube paulista deixou de ser protagonista do futebol brasileiro.

Além da capacidade competitiva das duas equipes, que dá vantagem ao Atlético, a possibilidade de dar sequência a um trabalho já estabilizado também pesou a favor da permanência de Rodrigo Caetano. Um dos motivos que fazem o executivo ser tão bem reconhecido no mercado está no fato dele realizar trabalhos de médio e longo prazo.

Em praticamente todos os trabalhos que realizou, o dirigente atuou por pelo menos três temporadas. A exceção fica por conta do Vasco, em 2014, quando o time disputou a segunda divisão pela segunda vez. A temporada de 2024 será a quarta de Caetano no comando do futebol do Atlético-MG.

Caso aceitasse o convite do Corinthians, o executivo teria que iniciar um projeto "do zero" e reestruturar o departamento de futebol de um clube pressionado por conquistas, sem garantias da montagem de um elenco competitivo.

Rodrigo Caetano tem contrato com o Atlético-MG até o fim de 2026 e seguirá conduzindo o projeto do futebol clube, que se tornou uma SAF (Sociedade Anônima do Futebol).

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