Eliminação do Brasil quebra marcas históricas e faz Copa de 2026 ser emblemática
Derrota para a Noruega encerra sequências que atravessaram décadas
Lance|Do R7

A eliminação do Brasil para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, entrou para a história por motivos que vão além da despedida precoce da seleção. O resultado colocou fim a sequências que atravessaram décadas e fez o Mundial registrar marcas inéditas desde a criação da competição.
A principal delas envolve as três maiores campeãs da Copa do Mundo. Pela primeira vez na história, Brasil, Alemanha e Itália ficaram todos fora das quartas de final, o que significa que nenhuma das seleções terminou a competição entre as oito melhores.
Até a edição de 2022, ao menos uma das três potências sempre figurava no Top 8 do Mundial. Em 2026, porém, o cenário mudou completamente: o Brasil caiu diante da Noruega nas oitavas, a Alemanha foi eliminada pelo Paraguai na segunda fase e a Itália sequer conseguiu se classificar para a Copa.
Sem Brasil, semifinais também deixam de ter uma potência histórica
Outro dado que chama atenção envolve as semifinais. Entre as Copas de 1934 e 2014, sempre houve ao menos uma entre Brasil, Alemanha e Itália na disputa por uma vaga na decisão.
A escrita foi interrompida em 2018 e voltou a se repetir em 2022. Agora, em 2026, pela terceira Copa consecutiva, nenhuma das três potências alcançará as semifinais. A diferença é que, desta vez, o feito é ainda mais expressivo, já que nenhuma delas conseguiu sequer chegar às quartas de final.
Quem elimina o Brasil costuma terminar no pódio
Outro retrospecto impressionante que a Noruega pode repetir neste mundial é a colocação da equipe que tira a seleção brasileira da competição. Desde 1938, toda seleção que eliminou o Brasil em uma Copa do Mundo terminou a competição entre as três primeiras colocadas.
Confira a lista:









