Lance CBDA elabora protocolo de retorno aos treinos para esportes aquáticos

CBDA elabora protocolo de retorno aos treinos para esportes aquáticos

Retomada de treinos foi dividida em quatro fases

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A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) elaborou protocolos e recomendações de retorno aos treinamentos para os atletas dos esportes aquáticos. A medida tem como objetivo zelar pela saúde de atletas, treinadores e todos os profissionais envolvidos no processo.

O protocolo da CBDA foi dividido em quatro fases que evoluem ao longo do tempo caso a fase anterior tenha sido concluída com sucesso.

O documento informa que "de acordo com estudos publicados, o novo coronavírus não sobrevive e, portanto, não ocorre a contaminação dentro da água". Diz que a piscina "é considerada um ambiente seguro devido ao tratamento com cloro". E que, segundo a OMS, "é recomendado que se mantenha a concentração do cloro próximo a 2,0 ppm (partes por milhão -1 ppm equivale a 1 mg de soluto por litro de solução aquosa)". Os atletas deverão evitar o contato físico com os colegas nos treinamentos.

De acordo com o médico do esporte da CBDA e da Careclub, Rodrigo Brochetto, os protocolos são essenciais para preservar a saúde dos atletas após o fim do período de isolamento. O documento foi elaborado em conjunto com a doutora Ana Carolina Corte, do COB.

- São cuidados básicos como distanciamento social, medidas de higiene e uso de equipamentos de proteção individual. Além da informação sobre a doença, sintomas, a diferenciação entre os testes laboratoriais e a conduta frente a um atleta que teve a doença - explicou.

O presidente da CBDA, Luiz Fernando Coelho, destaca a importância dos cuidados básicos com a saúde na retomada aos treinamentos e também alerta para as orientações dos órgãos responsáveis por cada região do Brasil.

- Nosso primeiro objetivo é preservar a saúde de todos. Não queremos expor nenhum atleta, treinador ou profissional que atue no dia-a-dia. Por isso, estabelecemos este protocolo de retorno. Queremos alertar a toda comunidade aquática que cada estado ou região deve seguir, primeiramente, as recomendações de seus governos estaduais e municipais na retomada aos treinos - afirmou o presidente.

- As realidades estaduais são muito diferentes entre si, mas a CBDA como entidade nacional tem a responsabilidade de dar as diretrizes principais dessa volta às águas, que todos tanto ansiamos, com responsabilidade máxima - completou o diretor-executivo da CBDA, Renato Cordani.

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