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BRASILEIRO 2022

Sem Filipe Luís e após dois vices, Fla tem final do Carioca como prova de fogo para a diretoria

Demissão do treinador e chegada de Leonardo Jardim aliviaram pressão, mas derrota pode recolocar o clube em rota de crise

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flamengo decide a final do Campeonato Carioca contra o Fluminense neste domingo (8).
  • A demissão de Filipe Luís e a chegada de Leonardo Jardim aliviam a insatisfação da torcida, mas uma derrota pode gerar nova crise.
  • A diretoria, especialmente José Boto, enfrenta pressão crescente e considera o Carioca como uma prova de fogo.
  • O resultado da partida pode definir a relação da torcida com a diretoria e o início do trabalho de Leonardo Jardim.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Leonardo Jardim foi apresentado como técnico do Flamengo na última quinta (5) Gilvan de Souza/Flamengo

O Flamengo decide neste domingo (8), às 18h (de Brasília), a final do Campeonato Carioca contra o Fluminense. E uma derrota no estadual, em partida que terá também a estreia de Leonardo Jardim, pode recolocar o Rubro-Negro em rota de crise.

A demissão de Filipe Luis, somada à chegada do novo técnico português, aliviou o clima na Gávea após dois vices consecutivos, na Supercopa do Brasil, para o Corinthians, e na Recopa Sul-Americana, diante do Lanús, em pleno Maracanã


Mas, agora, sem a figura de um treinador para levar a “culpa”, a diretoria rubro-negra, especialmente José Boto, executivo de futebol, tem o Carioca como uma verdadeira prova de fogo.

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Boto recomendou demissão

Na apresentação de Leonardo Jardim, o executivo de futebol deu detalhes sobre a demissão de Filipe Luís. Inicialmente, as informações apontavam que o desligamento do treinado partiu de decisão do presidente Bap. No entanto, quem recomendou a troca de comando foi, na verdade, o próprio José Boto.


“Quando me convidaram para vir para o Flamengo, o presidente me deu uma série de atribuições. Uma delas era fazer diagnósticos e encontrar soluções. Neste caso, fiz o diagnóstico e apresentei a solução. O presidente aceitou e, como decisor máximo, bateu o martelo. As razões são sempre muitas, dependendo do contexto. Não compete a nós expô-las. Isso é profissionalismo. E profissionalismo também é tomar decisões difíceis que, por vezes, podem parecer ilógicas”, disse.

Com uma pressão que cresce a cada revés, o clássico contra o Fluminense ganha peso extra para o Flamengo. Além da chance de conquistar o Carioca, o duelo deste domingo pode definir também o tom do início de trabalho de Leonardo Jardim e a relação da torcida com a diretoria rubro-negra. Um título tende a aliviar o ambiente após semanas turbulentas, enquanto um novo vice pode reacender as críticas.

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