Real Madrid acumula lesões de LCA nos últimos três anos; entenda
Todos os jogadores que tiveram o problema no joelho se machucaram no Santiago Bernabéu ou no CT do clube
Futebol|Do R7
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A confirmação da lesão de Rodrygo, nesta terça-feira (3), trouxe à tona um dado alarmante no Real Madrid. Desde agosto de 2023, o clube já registrou seis rupturas do ligamento cruzado anterior (LCA) no elenco principal. A sequência de problemas graves no joelho tem impactado diretamente o rendimento esportivo da equipe, que perdeu peças fundamentais por longos períodos nas últimas temporadas.
O primeiro caso dessa série ocorreu em 10 de agosto de 2023, quando Thibaut Courtois rompeu o LCA do joelho esquerdo durante um treino. O goleiro passou por cirurgia e ficou 234 dias afastado. Dois dias depois, veio novo baque. Éder Militão sofreu a mesma lesão no joelho esquerdo na estreia do Campeonato Espanhol, no Santiago Bernabéu. O zagueiro ficou 213 dias fora de ação, deixando o time sem dois titulares absolutos logo no início da temporada.
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Ambos, porém, retornaram na reta final da temporada e conseguiram reunir condições para atuar na decisão da Champions League contra o Borussia Dortmund, em Wembley, e participaram em campo da conquista do 15º título europeu do clube.
Pesadelo para o DM
Em dezembro de 2023, foi a vez de David Alaba romper o ligamento cruzado anterior, ficando praticamente um ano longe dos gramados. Já em outubro de 2024, Dani Carvajal também teve confirmada a mesma lesão, ampliando a lista de desfalques de longa duração no setor defensivo.
Quando o cenário parecia começar a se estabilizar, surgiu mais um problema. Em novembro de 2024, Militão sofreu uma segunda ruptura de LCA, desta vez no joelho direito, poucos meses após retornar. O novo episódio elevou para cinco o número de casos no elenco principal em pouco mais de um ano.
Agora, Rodrygo se junta à lista, levando o total a seis rupturas de ligamento cruzado anterior desde 2023, todas ocorridas no Santiago Bernabéu ou no centro de treinamento do clube. A sequência atingiu principalmente o sistema defensivo, e agora alcança também o setor ofensivo. Além do impacto individual para cada atleta, o acúmulo de ausências prolongadas afetou o planejamento e a estabilidade competitiva do time nas últimas temporadas.
No caso de Rodrygo, o prazo de recuperação deve seguir o padrão das lesões de LCA, que costuma variar entre oito e 12 meses. Especialistas indicam que o retorno raramente acontece antes de oito meses, e estudos recentes apontam que a reabilitação tem sido estendida para nove a 12 meses, como forma de reduzir riscos de reincidência. Como o atacante também apresentou lesão no menisco, a tendência é de um processo ainda mais cauteloso antes da volta aos gramados.
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