Não foi só Sampaoli e Valentim: relembre técnicos que já brigaram dentro de campo
Clima fechou após o técnico do América-MG chamar o argentino de ‘baixinho’; treta entre treinadores não é novidade no futebol
Futebol|Do R7
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O empate por 1 a 1 entre América-MG e Atlético-MG, na noite da última quarta-feira (21), pelo Campeonato Mineiro, ficou marcado por cenas lamentáveis após o apito final. O clima já estava quente na Arena Independência, mas a situação fugiu de controle após Alberto Valentim e Jorge Sampaoli, técnicos de Coelho e Galo, respectivamente, se estranharem na beira de campo.
O clima fechou pois Valentim teria chamado o argentino de “baixinho” no calor da discussão. Indignado, Sampaoli partiu para cima do adversário com dedo em riste e proferindo xingamentos. O técnico do América-MG também não poupou o vocabulário e devolveu as palavras de baixo calão. A treta entre os treinadores, porém, não é um fato isolado, e já ocorreu em outros momentos no nosso futebol. Relembre:
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Tite x Felipão
A rivalidade entre Corinthians e Palmeiras sempre rende grandes clássicos, mas também confusões, brigas e desentendimentos. Em 2011, na semifinal do Paulistão, Tite e Felipão escreveram mais uma página dessa rivalidade. Após a expulsão de Danilo logo no início da partida, Felipão se revoltou com a arbitragem, acabou expulso e ouviu de Tite a frase que entrou para a história: “Você tá falando muito! Fala muito! Fala muito!”.
Luxa x Felipão
A semifinal da Copa do Brasil de 1995 entre Flamengo e Grêmio colocou frente a frente dois dos técnicos mais emblemáticos do país. Incomodado com a marcação dura do Tricolor gaúcho, Vanderlei Luxemburgo perdeu a paciência após uma entrada violenta de Roger Machado. A confusão se espalhou, e Luxa acusou Felipão de agressão, afirmando ter levado um soco. O técnico gremista negou e disse que apenas o empurrou depois de ser chamado de “maluco”.
Dunga x Pautasso
O Superclássico das Américas de 2014 já estava decidido quando uma confusão começou fora de campo. O Brasil vencia por 2 a 0 quando Dunga passou a ser xingado por Jorge Pautasso, auxiliar de Gerardo Martino, técnico da Argentina. O então comandante da seleção brasileira respondeu com um gesto polêmico, colocando a mão no nariz e gritando “tu é igualzinho”, atitude interpretada como referência ao uso de cocaína. Depois, Dunga tentou amenizar a situação, alegando que o gesto se referia ao ar poluído de Pequim, onde a partida foi disputada.
Aguirre x Carille
A semifinal do Paulistão de 2018 também teve tensão fora das quatro linhas. Após o jogo de ida, Fábio Carille, então técnico do Corinthians, reclamou publicamente da postura de Diego Aguirre, comandante do São Paulo. Segundo Carille, o uruguaio passou por ele sem cumprimentá-lo, o que gerou uma cobrança direta nos bastidores. Aguirre se defendeu dizendo que não reconheceu o rival naquele momento e que pediu desculpas depois. O episódio ficou conhecido como um “incidente diplomático”, mas aumentou ainda mais a rivalidade no clássico.
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