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BRASILEIRO 2022
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Braz justifica 'presença' na Câmara no dia de briga em shopping: 'Não fiz nenhuma ilegalidade'

Dirigente do Fla é também vereador e marcou presença virtual em sessão minutos depois de se envolver em confusão com torcedor

Futebol|Do R7


Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (21), no Ninho do Urubu, o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, esclareceu uma questão polêmica que surgiu após viralizarem os vídeos da briga que teve com um torcedor flamenguista em um shopping na Barra da Tijuca, zona sul do Rio. O dirigente, que também é vereador, marcou presença na 76ª sessão da Câmara dos Vereadores às 17h26. No entanto, a confusão no shopping ocorreu por volta das 17h.

"Pra poder esclarecer a situação da minha presença na Câmara [dos Vereadores]. Terças e quintas, de 13h30 às 16h, você dá presença virtual para você entrar no sistema. Aí eu posso falar, eu posso ouvir, eu tenho conhecimento das pautas que vão ser votadas de 16h às 18h, e você dá presença", disse Braz, que continuou.

Além de vice de futebol no Flamengo, Braz também é vereador
Além de vice de futebol no Flamengo, Braz também é vereador

"Quando chega 16h, se você não coloca o dedo [biometria] dentro da Câmara, você toma falta. Você é descontado do salário e toma falta. Eu tomei a falta. Eu não fiz nenhuma ilegalidade, eu vou ser descontado", esclareceu. 

Depois da fala inicial, que durou cerca de 17 minutos e contou com diversos detalhes oferecidos pelo dirigente, Braz foi questionado do porquê marcou presença de forma virtual se sabia que não iria comparecer a sessão na Câmara dos Vereadores mais tarde. 

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"Você faz a presença virtual para ter acesso às informações, declarações e situações dos outros vereadores. Muitas vezes eu não entro nesse virtual e vou para a Câmara, e tenho minha presença validada. Se eu por exemplo, eu posso não estar nessa parte virtual, e se eu chegar lá às 16h, eu boto meu dedo e faço as votações normais". 

Comissão de ética

Por conta da briga em que se envolveu durante o período em que deveria estar na Câmara, Braz foi perguntado sobre ter sido convocado para prestar esclarecimentos a Comissão de Ética. O dirigente, porém, foi enfático em sua resposta.

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"Vereador pode ir na casa e votar o que quiser. Essa matéria não tem nada a ver com Comissão de Ética. Comissão de Ética é usado por estupro ou assassinato. E eu vou pra Comissão de Ética porque fui comprar um presente para a minha filha? É do jogo", completou Braz. 

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