Ferroviária participa de atividade de inclusão com a seleção brasileira de futebol de cegas
Guerreiras Grenás conheceram de perto a modalidade, participaram de atividades e refletiram sobre inclusão no esporte
Futebol|Do R7, com RECORD NEWS
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As jogadoras da Ferroviária participaram de uma atividade ao lado da seleção brasileira de futebol de cegas, em uma iniciativa que promoveu a troca de experiências, a conscientização e a inclusão no esporte.
Durante o encontro, as Guerreiras Grenás puderam conhecer a modalidade de perto, que passou a contar com uma seleção feminina no último ano e já disputou uma Copa do Mundo de Futebol de Cegas, que aconteceu na Índia, em 2025. Além de acompanhar os treinos, as atletas participaram de algumas dinâmicas que reproduziam técnicas utilizadas no futebol de cegas.
A auxiliar da seleção brasileira de futebol de cegas, Thalita Ribeiro, destacou a importância de iniciativas que aproximam diferentes realidades do esporte e ajudam a ampliar a discussão sobre acessibilidade.
“O esporte muda vidas. Então o dia de hoje vai mudar para elas também. É entender que elas também são importantes no meio do esporte. E, em relação ao esporte para pessoas com deficiência, a nossa maior dificuldade ainda é a inclusão. É fazer as pessoas entenderem que o esporte é para todos”, afirmou.
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Ao vivenciarem a modalidade, as jogadoras da Ferroviária puderam compreender alguns dos desafios enfrentados diariamente pelas atletas com deficiência visual. A atacante Mariana Santos destacou a dificuldade da experiência e a habilidade necessária para atuar nessa modalidade: “É muito difícil. Realmente, quem pratica esse esporte já tem um dom. E quem não tem essa deficiência e consegue jogar dessa forma tem um dom duplicado, porque é muito complicado. Tem que ter a audição muito boa”, disse.
Além dos desafios dentro da quadra, o encontro proporcionou um momento de reflexão sobre as superações diante das adversidades. “Sobre lição, eu acho que, dependendo das condições delas de não enxergar, elas levam a vida de uma forma mais leve, sorrindo, mesmo com essa deficiência que elas têm”, completou a atacante Naná.
As participantes também reforçaram a importância de ampliar a visibilidade do paradesporto e garantir mais oportunidades para atletas com deficiência. Segundo elas, ações como essa ajudam a quebrar barreiras, promover a inclusão e reforçar que o esporte deve ser um espaço acessível para todos.
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