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BRASILEIRO 2022

Copa do Mundo de 2027 será ‘virada de chave’ para o futebol feminino, diz ministro do Esporte

Paulo Henrique Cordeiro fala sobre o evento — que será sediado no Brasil — em entrevista exclusiva à RECORD NEWS; assista na íntegra

Futebol|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Brasil sediará a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 2027, a primeira na América do Sul.
  • O ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, afirma que o evento será uma "virada de chave" para o futebol feminino no Brasil.
  • A Lei Geral da Copa Feminina foi sancionada para regular o campeonato em alinhamento com a Fifa, mantendo a soberania brasileira.
  • O objetivo é promover a igualdade entre o futebol masculino e feminino e expandir o esporte para diversas esferas sociais e educacionais.

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Em meio à repercussão da Copa do Mundo de 2026, o Brasil começa a contagem regressiva com grande expectativa para o Mundial feminino, que será sediado no país ano que vem.

Esta será a primeira vez que o campeonato vai acontecer na América do Sul, e, durante o programa Link News desta sexta (19), o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, falou sobre as expectativas para o evento e as políticas públicas de incentivo ao esporte.


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“Nós já estamos trabalhando, porque ele [o evento] não se inicia no apito do primeiro jogo; ele se inicia na construção há pelo menos dois anos. E nós queremos prometer ao povo brasileiro que vamos fazer a maior e a melhor Copa feminina da história, cujo legado vai ser uma virada de chave do ponto de vista da visão e da cultura que se tem em relação ao futebol feminino no Brasil”.

O ministro ainda apontou que a Lei Geral da Copa Feminina, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é um marco regulatório para tratar o campeonato em áreas normativas junto à Fifa. Segundo ele, o objetivo é gerenciar as regras impostas ao torneio, sem afastar a soberania do país.


Há uma discrepância entre o futebol masculino e o feminino. E o maior legado que nós vamos trazer com a Copa de 2027 é exatamente essa virada de chave, fazer com que o futebol feminino venha para um patamar de igualdade", ressaltou.

O político ainda apontou que muitos programas de esporte no Brasil focam no rendimento, e, segundo ele, a atividade deve ser distribuída em diversas esferas, como lazer, inclusão social, educacional e universitária.

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