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BRASILEIRO 2022

De volta a 2016! Relembre como estavam os clubes da Série A do Brasileirão há 10 anos

Muito antes da era das SAFs, times da elite nacional viveram títulos históricos, rebaixamentos traumáticos e muito mais

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Em 2016, Flamengo e Palmeiras viviam momentos bem diferentes, com o Palmeiras conquistando seu primeiro título brasileiro em 22 anos.
  • O Grêmio quebrou um jejum de 15 anos ao vencer a Copa do Brasil, enquanto o Internacional sofreu um rebaixamento inédito na história do clube.
  • Chapecoense viveu uma tragédia após chegar à final da Copa Sul-Americana, devido a um acidente aéreo que vitimou grande parte da equipe.
  • Clubes como Bahia e Vasco tiveram altos e baixos, com o Bahia confirmando seu acesso à Série A e o Vasco conquistando o bicampeonato carioca.

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Em 2016, Palmeiras conquistou o Brasileirão e deu início a era vitoriosa Cesar Greco/Palmeiras

Você lembra como estava seu time em 2016? Há dez anos, os 20 clubes que disputam neste ano a Série A do Campeonato Brasileiro vivam situações completamente diferentes das que se encontram hoje em dia. Flamengo e Palmeiras, por exemplo, que dominam o futebol brasileiro nos últimos anos, ainda estavam no início da trajetória que os alçaria ao protagonismo.

Craques que hoje brilham no futebol brasileiro ainda eram promessas e vestiam outras camisas. Outros jogadores se aposentaram e alguns que desfilam seus talentos nos quatro cantos do Brasil sequer jogavam profissionalmente ainda. Relembre!


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Flamengo

Em 2016, o Flamengo ainda estava longe da versão avassaladora que viria nos anos seguintes. Há 10 anos, o Rubro-Negro colecionou frustrações, e sofreu com o surgimento do famoso “cheirinho”. Eliminado pelo Fortaleza na segunda fase da Copa do Brasil, o Fla terminou o Brasileirão em terceiro, caiu diante do Palestino na Sul-Americana e ficou apenas em quarto no Carioca. O ano foi para esquecer, a não ser pela chegada de Diego Ribas, contratação que simbolizou o início de uma nova era no clube.

Palmeiras

O Palmeiras começou o ano sem brilho no Paulistão, mas se redimiu de forma histórica no Campeonato Brasileiro. Após 22 anos, voltou a ser campeão da elite nacional, confirmando o título com uma rodada de antecedência ao vencer a Chapecoense no Allianz Parque. O gol de Fabiano entrou para a história como o primeiro grande momento do Verdão em sua nova casa.


Cruzeiro

Sem títulos coletivos, o Cruzeiro teve em 2016 o surgimento de um craque. Foi o ano em que Giorgian De Arrascaeta de fato apresentou suas credenciais no futebol brasileiro, mesmo tendo chegado no ano anterior. Com apenas 22 anos, o uruguaio viveu sua melhor temporada até então, somando 14 gols e 18 assistências. Anos depois, se tornaria ídolo multicampeão pelo Flamengo, atingindo números ainda mais impressionantes.

Mirassol

Hoje sensação nacional, o Mirassol tinha uma realidade bem diferente em 2016. Naquele ano, disputou apenas a Série A2 do Paulista e a Copa Paulista. Na A2, cumpriu o objetivo e garantiu o acesso à elite estadual como vice-campeão. Já na Copa Paulista, passou em terceiro na primeira fase, mas ficou fora da disputa por vaga nas semifinais. Um contraste enorme com o clube que, anos depois, jogaria Libertadores.


Fluminense

A temporada foi marcada por frustrações nas Laranjeiras. O ano começou com a saída de Fred, maior ídolo recente do clube, rumo ao Atlético-MG. Em campo, o Flu caiu para o Botafogo nas semifinais do Carioca, foi eliminado pelo Corinthians nas oitavas da Copa do Brasil e terminou o Brasileirão apenas na 13ª colocação, passando dez jogos consecutivos sem vencer.

Botafogo

O Botafogo viveu uma temporada de extremos. Foi vice-campeão carioca diante do Vasco, caiu para o Cruzeiro nas oitavas da Copa do Brasil e iniciou mal o Brasileirão, flertando com o Z-4 por boa parte do campeonato. A virada veio na reta final: com Jair Ventura no comando após a saída de Ricardo Gomes, o time embalou, venceu 12 de 20 jogos e garantiu uma surpreendente vaga na Libertadores. Sassá terminou como artilheiro, com 16 gols.


Bahia

Ainda longe da era SAF e sem o aporte do Grupo City, o Bahia teve um 2016 turbulento. Ficou com o vice do Baiano para o Vitória e caiu na semifinal da Copa do Nordeste diante do Santa Cruz. A redenção veio no fim do ano: o acesso à Série A foi confirmado na última rodada da Série B, sob o comando de Guto Ferreira.

São Paulo

Em 2016, a Libertadores foi o único alento para o torcedor são-paulino. O Tricolor chegou às semifinais, mas acabou superado pelo Atlético Nacional. No restante do ano, os tropeços se acumularam: queda para o Audax nas quartas do Paulista, eliminação para o Juventude na Copa do Brasil e um discreto 10º lugar no Brasileirão.

Grêmio

O Grêmio protagonizou uma verdadeira redenção. Após eliminações precoces no Gauchão e na Libertadores, o Imortal fechou o ano com o título da Copa do Brasil, encerrando um jejum de 15 anos sem grandes conquistas.

Bragantino

O 2016 do Bragantino foi duro. Eliminado nas quartas da Série A2 do Paulista, o time não conseguiu o acesso estadual e ainda sofreu o rebaixamento na Série B do Brasileirão, ao terminar na penúltima colocação. Três anos depois, o clube seria comprado pela Red Bull e, em 2026, já aparece na Série A e na Sul-Americana.

Atlético-MG

Mesmo com elenco estrelado e calendário cheio, o Atlético-MG terminou 2016 sem levantar taças. Com Robinho e Fred liderando o ataque, o Galo disputou Mineiro, Primeira Liga, Libertadores, Copa do Brasil e Brasileirão, mas bateu na trave. Foi vice-campeão estadual para o América-MG e perdeu a final da Copa do Brasil para o Grêmio.

Santos

O ano teve clima de despedida e comemoração na Vila Belmiro. Em meio ao centenário do estádio, o Santos se despediu de ídolos como Léo e Giovanni, viu Gabigol sair e ainda conquistou o Campeonato Paulista. A temporada só não foi ainda mais marcante porque o título brasileiro ficou com o Palmeiras. Mesmo assim, o Peixe terminou com 71 pontos, registrou sua melhor campanha da década até então e voltou à Libertadores após quatro anos.

Corinthians

Para o Corinthians, 2016 virou sinônimo de ressaca. O time campeão brasileiro no ano anterior se desfez rapidamente: Tite deixou o clube para assumir a seleção, enquanto nomes como Renato Augusto, Jadson, Malcom, Felipe e Vagner Love se despediram. O resultado foi um ano para esquecer, com eliminações no Paulistão (Audax, nas semis), na Libertadores (Nacional, nas oitavas) e na Copa do Brasil (Cruzeiro, nas quartas), além de um modesto sétimo lugar no Brasileirão.

Vasco

O torcedor vascaíno teve motivos para sorrir em 2016. O clube conquistou o bicampeonato carioca e garantiu o retorno à Série A apenas na última rodada da Série B, em meio a muita tensão. Sob o comando de Jorginho, o time teve Nenê como maestro, então com 34 anos. Hoje, aos 44, o meia segue em atividade, defendendo o Botafogo-PB.

Vitória

O Vitória teve um 2016 de contrastes. Conquistou o Campeonato Baiano sobre o rival Bahia, mas não conseguiu embalar nas competições nacionais. Caiu na Copa do Brasil e na Sul-Americana ainda nas fases iniciais e terminou o Brasileirão em 16º, escapando do rebaixamento apenas na rodada final. Marinho foi o grande destaque, com 21 gols no ano.

Internacional

Enquanto o rival vivia festa, o Internacional terminou 2016 em choque. Apesar do hexacampeonato gaúcho, com direito a provocações sobre o longo jejum do Grêmio, e do título da Recopa Gaúcha, o Colorado sofreu um golpe duríssimo no fim do ano: o rebaixamento para a Série B, o primeiro de sua história. A temporada também marcou a despedida temporária do ídolo D’Alessandro.

Athletico

O Athletico viveu um ano de retomada. Campeão paranaense com autoridade, metendo 5 a 0 no agregado sobre o Coritiba, o Furacão terminou o Brasileirão na sexta colocação e garantiu vaga na Libertadores do ano seguinte. O elenco contava com nomes que fariam história no clube, como Weverton, Santos, Thiago Heleno e Pablo, além da chegada do experiente Lucho González.

Chapecoense

A Chapecoense viveu, em 2016, o auge e a maior tragédia de sua história. Campeã catarinense, fez campanha memorável na Copa Sul-Americana, chegando à final. O sonho, porém, foi interrompido pelo acidente aéreo que vitimou quase toda a delegação a caminho da Colômbia. Em homenagem, o clube foi declarado campeão continental. Em 2026, o Verdão retorna à Série A.

Coritiba

Sem títulos no ano, o Coritiba teve uma temporada irregular. Foi vice-campeão paranaense, terminou o Brasileirão em 15º e caiu cedo na Copa do Brasil. Por outro lado, fez sua melhor campanha na história da Sul-Americana, alcançando as quartas de final antes de ser eliminado pelo Atlético Nacional. Kleber Gladiador foi o principal nome do time.

Remo

O ano foi de frustrações para o Remo. No Paraense, ficou fora da final e terminou apenas em quarto. Caiu na semifinal da Copa Verde, foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil e também não avançou na Série C, encerrando a temporada ainda em setembro. O elenco tinha veteranos conhecidos, como Fernando Henrique, Wellington Saci e Edno.

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