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Cristiano Ronaldo: entenda o que está por trás da insatisfação do português na Arábia Saudita

Jogador se recusou a entrar em campo na última partida do Al-Nassr e aumentou rumores de uma possível saída

Futebol|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cristiano Ronaldo se recusa a entrar em campo pela insatisfação com a gestão do Al-Nassr.
  • Apenas uma contratação foi feita na atual janela, gerando descontentamento no jogador.
  • A chegada de reforços significativos no rival Al-Hilal aumenta a frustração de CR7.
  • Desde sua chegada à Arábia Saudita, Ronaldo não conquistou nenhum título, enquanto seus rivais têm sido bem-sucedidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cristiano Ronaldo em treino pelo Al-Nassr Reprodução/Instagram/@cristiano

Cristiano Ronaldo está em rota de colisão com o Al-Nassr. Dono do maior salário do futebol mundial, o português se recusou a entrar em campo no último final de semana, em duelo contra o Al-Riyadh, como forma de protesto pela forma como o grupo PIF (Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita) tem administrado o Al-Nassr, especialmente em comparação com o tratamento dado a outros clubes sob a mesma gestão, como o Al Hilal.

Segundo o jornal A Bola, de Portugal, a insatisfação de CR7 vem de um suposto “desinvestimento” no Al-Nassr. Na atual janela de transferências, o clube contratou apenas Haydeer Abdulkareem, meio-campista iraquiano de 21 anos, apesar dos pedidos do técnico Jorge Jesus para reforçar o elenco.


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A chegada de Benzema ao Al-Hilal, principal concorrente do Al-Nassr no país, também pesa para CR7. Além do francês, os rivais já trouxeram também Pablo Mari, por 2 milhões de euros, e Meité, atacante ex-Rennes contratado por 30 milhões de euros.

Planejamento travado

Outro ponto que alimenta o incômodo do camisa 7 é o cenário interno da diretoria do Al-Nassr. O clube tem dois portugueses em posições-chave: Simão Coutinho, diretor esportivo, e José Semedo, como CEO. Ambos, porém, tiveram suas atribuições suspensas no início do mês, por decisão do Conselho Diretivo. No entorno de CR7, a medida é um entrave para o planejamento esportivo, além de fragilizar o clube nos bastidores.


A situação não é um caso isolado no futebol local. Em janeiro, Jorge Jesus já havia sugerido a disparidade de forças ao declarar que sua equipe “não tem o poder político do Al Hilal”. A fala repercutiu fortemente no país e levou o próprio Al Hilal a pedir punição ao treinador português.

Falta de títulos

Centro do projeto do futebol saudita, outra frustração de Cristiano Ronaldo é a ausência de títulos. Desde que está na Arábia Saudita, CR7 tem feito gols, assistências, mas não levantou um troféu sequer. O português foi contratado em 2023 e foi o primeiro nome de grande repercussão a desembarcar no país.


Depois, nomes como Benzema, Kanté e Neymar chegaram para o futebol saudita, mas vestindo as cores de Al-Ittihad e Al-Hilal, que também são geridos pelo PIF. Ambos os clubes somaram títulos nas últimas temporadas, como Liga Saudita, Supercopa e Copa do Rei.

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