Copa do Mundo Federações chilena e peruana apelam à CAS por vaga do Equador na Copa do Catar

Federações chilena e peruana apelam à CAS por vaga do Equador na Copa do Catar

As seleções alegam que o lateral-direito equatoriano, Byron Castillo, tem registros falsos de nacionalidade

Agência Estado - Esportes
Seleção equatoriana faz parte do Grupo A na Copa do Mundo do Catar

Seleção equatoriana faz parte do Grupo A na Copa do Mundo do Catar

REUTERS/Thilo Schmuelgen

O resultado negativo no julgamento na Fifa não agradou às confederações chilena e peruana de futebol, e elas resolveram apelar à última instância para tirar o Equador da Copa do Mundo. Nesta sexta-feira (30), a CAS (Corte Arbitral do Esporte, na sigla em inglês) revelou que recebeu um recurso das entidades em que é cobrada a eliminação do rival em caso de falsificação de documentos de Byron Castillo; elas pleiteiam ainda uma vaga no Catar.

A alegação de chilenos e peruanos, comprovada com documentos à Fifa, é que o lateral-direito nasceu na Colômbia e defendeu o Equador nas Eliminatórias com registros falsos de nacionalidade e também com a idade adulterada.

"A Corte Arbitral do Esporte recebeu as apelações apresentadas pela Federação Peruana de Futebol e da Federação de Futebol do Chile em assunto relacionado ao jogador Byron Castillo. A controvérsia está relacionada à ilegibilidade do jogador em participar das Eliminatórias da Conmebol. As avaliações da CAS estão iniciadas e um calendário processual, em preparação", informou a corte.

O pedido das entidades é o mesmo: que o Equador seja banido da Copa do Mundo do Catar. Mas cada seleção cobra a vaga de maneira distinta. O Peru quer entrar diretamente, por "ser o melhor colocada após o Equador", enquanto os chilenos garantem que serão o quarto colocado das Eliminatórias caso os equatorianos percam pontos nos oito jogos disputados pelo lateral.

O caso chegou aos tribunais no dia 22 de maio, quando o Chile acusou o Equador de ter fraudado os documentos do jogador. A Fifa absolveu a Federação Equatoriana de Futebol duas vezes, mas as entidades continuam sonhando com uma vaga na Copa e cobram um julgamento rápido da CAS.

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