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Executivo acusado de comandar máfia dos ingressos se apresenta à polícia

Raymond Whelan estava foragido e se entregou nesta segunda (14) no Rio de Janeiro

Copa do Mundo 2014|Do R7

Whelan (à esquerda) é acusado de comandar venda ilegal de ingressos
Whelan (à esquerda) é acusado de comandar venda ilegal de ingressos Whelan (à esquerda) é acusado de comandar venda ilegal de ingressos

Após ter ficado foragido da polícia por quatro dias, o CEO da empresa Match, Raymond Whelan, foi preso novamente na tarde desta segunda-feira (14), ao se apresentar à desembargadora da 6ª Câmara Criminal da capital fluminense, Rosita Maria de Oliveira Netto.

Whelan foi para a carceragem do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), segundo informações do órgão, e será levado ainda nesta tarde para a Polícia Interestadual de Capturas (Polinter).

Whelan já havia sido preso na última segunda (7), suspeito de facilitar a obtenção de ingressos de alguns clientes, mas conseguiu um habeas corpus para a sua soltura.

A prisão preventiva do britânico foi decretada novamente na última quinta-feira (10). Na ocasião, a polícia fez buscas no quarto em que o empresário estava hospedado, no Copacabana Palace, onde também se hospedava a delegação da Fifa. Ele não foi encontrado. Imagens das câmeras de segurança mostraram que o britânico escapou pela ala dos funcionários do hotel.

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Fifa volta a criticar polícia brasileira e diz que máfia dos ingressos nunca acabará

O próprio TJ-RJ acatou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro e, além de Whelan, decretou a prisão de 11 acusados de participar de um esquema clandestino de venda de ingressos.

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O MP informou que eles irão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa, cambismo, lavagem de dinheiro e sonegação fiscal.

A Fifa cedeu para a Match, empresa que Whelan comanda, os direitos sobre a venda de ingressos, por meio de pacotes de hospitalidade. Três empresas de turismo do Rio de Janeiro, que prestavam serviços para a Whelan, também foram interditadas pela polícia.

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