Logo R7.com
RecordPlus
BRASILEIRO 2022

Caso Daniel: família Brittes é transferida para penitenciária

Presos temporariamente, Edison Brittes, Cristiana Brittes e Allana Brittes saíram da delegacia de São José dos Pinhais para penitenciária em Curitiba

Futebol|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Família Brittes foi transferida da delegacia de São José dos Pinhais
Família Brittes foi transferida da delegacia de São José dos Pinhais

O empresário Edison Brittes, conhecido como "Juninho Riqueza", que confessou ter matado o jogador Daniel Corrêa, ex-atleta do São Paulo e Coritiba, foi transferido nesta quinta-feira (8) para o Centro de Triagem I, em Curitiba.

A mulher dele, Cristiana, e a filha, Allana, foram encaminhadas para a Penitenciária Feminina, em Piraquara, na região metropolitana da capital. Eles cumprem prisão temporária pela morte do atleta no dia 27 de outubro e estavam detidos na Delegacia de São José dos Pinhais.


Leia também

Antes de serem levados para os novos locais de detenção, Edison, Cristiana e Allana passaram por exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba. A transferência tripla acontece no mesmo dia em que os jovens David Willian Villero Silva, de 18 anos, e Igor King, de 20, se apresentaram à polícia. Eles se juntaram a Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, de 19, preso na última quarta-feira, em Foz do Iguaçu (PR), e também devem ser transferidos, após serem ouvidos pela polícia.

Veja mais: Allana teria publicado foto com Daniel após assassinato do jogador


Os três jovens tiveram a prisão decretada na última quarta-feira sob suspeita de ligação com o crime, já que estavam no veículo em que o corpo foi levado para o local de desova. O advogado Allan Smaniotto, que defende os suspeitos, afirmou em coletiva, que os jovens foram coagidos a entrarem no carro. "O que eu posso dizer agora é que eles estavam com medo, foram ameaçados e coagidos pelo Edison", comentou.

O promotor do caso, Milton Sales, disse, porém, que a ação foi planejada. A família do jogador Daniel também foi à polícia. Os parentes não deram depoimento para a imprensa.


Veja mais: 'Daniel era craque. Acabava com a bola', lembra amigo de infância

O CASO - O crime aconteceu na noite de 27 de outubro, quando, após a comemoração do aniversário de 18 anos de Allana em uma casa noturna de Curitiba, um grupo de amigos foi até a casa da família Brittes, em São José dos Pinhais. Lá, Daniel chegou a fazer fotos deitado ao lado da mulher de Edison, o que teria provocado a sua morte.


O empresário alegou que ele estava tentando estuprar a sua mulher, mas a versão foi descartada pela polícia. O empresário, a mulher e a filha serão indiciados por homicídio e coação de testemunhas. Segundo laudo preliminar do Instituto Médico-Legal (IML), o atleta morreu por causa de ferimentos com arma branca - além de ter seu pênis decepado, Daniel teve parte de seu pescoço cortado.

Curta a página do R7 Esportes no Facebook

Pelo Botafogo, Daniel viveu melhor momento da carreira em 2014:

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.