Esportes Fechamento de BH não vai afetar jogos no Mineirão e Independência

Fechamento de BH não vai afetar jogos no Mineirão e Independência

A partir da próxima segunda (11) apenas o comércio essencial poderá abrir; entidades questionam decisão da Prefeitura de BH

  • Esportes | Pablo Nascimento e Célio Ribeiro*, do R7

Mineirão recebe os jogos do Galo na Série A

Mineirão recebe os jogos do Galo na Série A

Divulgação / Mineirão / Agência i7

A Prefeitura de Belo Horizonte informou, na tarde desta quinta-feira (7), que não vai fechar os estádios de futebol do município na próxima semana, quando o comércio não-essencial será interditado para conter a covid-19.

Atualmente, a capital mineira recebe partidas de Atlético Mineiro, Cruzeiro e América. Enquanto o Galo disputa os jogos da Série A no Estádio Mineirão, na região da Pampulha, Raposa e Coelho mandam suas partidas da Série B na Arena Independência, no bairro Horto. Atualmente, nenhum dos jogos disputados em Belo Horizonte recebem público.

Além destes torneios, a FMF (Federação Mineira de Futebol) já confirmou que a 107º edição do Campeonato Mineiro vai começar no dia 28 de fevereiro. No estadual, além dos times de BH, o Coimbra Sports, de Contagem, também manda seus jogos na capital mineira.

Veja: 'Não tenho alternativa', diz Kalil sobre fechamento do comércio

A FMF tem a expectativa de que os estádios sejam abertos para o público. Para que a disputa seja igualitária, a federação determinou que só haverá acesso da torcida caso todas as cidades possam receber público. Essa questão deve ser definida até a 10ª rodada da competição.

Recuo na flexibilização

Nesta quarta-feira (6), o prefeito Alexandre Kalil divulgou que apenas os serviços essenciais vão poder funcionar a partir da próxima semana. Os detalhes vão ser divulgados em decreto nesta sexta-feira (8).

Após o anúncio do prefeito, 24 entidades de diferentes setores questionaram a decisão e pediram uma reunião com o prefeito para encontrarem uma saída para o problema. A CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) defendeu que o funcionamento das lojas não teria relação com o aumento de casos.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento.

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