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Reis da 1ª fase, artilheiros 'somem' em mata-matas da Copa do Mundo

Destaques da primeira fase, Kane, Messi e Cristiano Ronaldo passam em branco durante fase decisiva do Mundial

Copa 2018|Adalberto Leister Filho, do R7

Cristiano Ronaldo é advertido pela arbitragem na derrota para o Uruguai
Cristiano Ronaldo é advertido pela arbitragem na derrota para o Uruguai Cristiano Ronaldo é advertido pela arbitragem na derrota para o Uruguai

Se a Copa do Mundo foi generosa com seus artilheiros durante a primeira fase, durante os mata-matas os atacantes têm perdido protagonismo para zagueiros e meias.

Dos quatro principais artilheiros do Mundial até aqui, apenas o inglês Harry Kane conseguiu marcar a partir das oitavas de final. Lukaku (Bélgica), Cristiano Ronaldo (Portugal) e Cheryshev (Rússia), todos já eliminados da disputa pelo título, passaram em branco.

Kane é exceção

Com uma primeira fase exuberante, Harry Kane, artilheiro do Tottenham, atingiu cinco gols marcados em apenas dois jogos, contra Tunísia e Panamá. Nas oitavas de final, o atacante voltou a marcar, contra a Colômbia, mas de pênalti.

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Lukaku, CR7 e Cheryshev

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Outro que aproveitou para fazer gols nas frágeis defesas de Panamá e Tunísia, Lukaku desapareceu na fase eliminatória. O atacante do Manchester United, porém, passou em branco na heróica virada diante do Japão (oitavas), na vitória sobre o Brasil (quartas) e na eliminação diante da França. 

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Dono de quatro gols na primeira fase (três deles marcados contra a zaga espanhola), Cristiano Ronaldo não conseguiu repetir suas atações na segunda fase. CR7 viu Portugal ser eliminado nas oitavas de final. Na derrota para o Uruguai por 2 a 1, o único gol português foi marcado por um zagueiro, Pepe. 

Outro leão de primeira fase e gatinho em mata-matas foi o russo Cheryshev. O meia-atacante marcou em todos os jogos de seu time na primeira fase, mas só teve motivos para comemorar em duas partidas.

O jogador fez dois na goleada sobre a Arábia Saudita (5 a 0) e outro na vitória sobre o Egito (3 a 1). Na derrota para o Uruguai por 3 a 0, Cheryshev não passou em branco, mas marcou contra. Nos mata-matas, a inspiração acabou. 

Defensores se destacam

Se os artilheiros da primeira fase desapontaram nos mata-matas, alguns defensores se destacaram justamente nesta fase. O zagueiro Mina marcou um heróico gol de cabeça empatando o duelo contra a Inglaterra nas oitavas de final. Os ingleses precisaram dos pênaltis para seguir adiante.

O zagueiro Varane foi o autor do primeiro gol da França no difícil duelo contra o Uruguai pelas quartas de final. Griezmann completou o marcador, quando o jogo já estava no final, graças a frango do goleiro Muslera. 

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Pela Inglaterra, o zagueiro Maguirre abriu o marcador nas quartas de final contra a Suécia. Delle Ali completou o marcador. Em outro duelo emocionante das quartas de final, o zagueiro Vida deu vantagem à Croácia sobre a anfitriâ Rússia já na prorrogação. O lateral-direito Mário Fernandes, brasileiro naturalizado, foi quem empatou, levando o jogo para os pênaltis. 

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No confronto equilibrado contra a Bélgica, pelas semifinais, não foi Griezmann ou Mbappé, quem colocou a França na decisão da Copa. O gol salvador veio do zagueiro Umtiti, um ilustre coadjuvante da badalada equipe. 

Por fim, um lateral-direito (Trippier) e um meia (Perisic) foram os autores dos gols no empate no tempo regulamentar entre Inglaterra e Croácia pela semifinal. O gol salvador ao menor foi marcado por um atacante de ofício, Mandzukic, na prorrogação. 

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