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Granqvist compara paternidade a jogar as quartas e deseja parar Kane

Pai de uma menina durante a Copa, jogador da Suécia, que já fez dois gols na Copa do Mundo, alerta para boa fase do artilheiro do Mundial

Lance

Lance|Do R7

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Granqvist já soma dois gols nesta Copa do Mundo
Granqvist já soma dois gols nesta Copa do Mundo

Capitão da Suécia e autor de dois gols nesta Copa do Mundo, o zagueiro Andreas Granqvist admitiu que terá muito trabalho para parar Harry Kane, artilheiro da Copa do Mundo, no duelo deste sábado diante da Inglaterra, às 11h (de Brasília), em Samara. No entanto, o defensor, de 33 anos, declarou que fará de tudo para evitar que o atacante amplie sua vantagem na artilharia da Copa do Mundo.

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— Kane é um grande atacante, muito perigoso dentro da área e vai ser muito duro enfrentá-lo, mas vamos fazer tudo o possível para pará-lo - comentou o jogador, em referência ao Furacão inglês, autor de seis gols até o momento.

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Além de chegar às quartas de final com a Suécia, Granqvist teve uma grande notícia durante a Copa do Mundo: foi pai de uma menina. Ao contrário de outros jogadores que passaram pela experiência durante o Mundial e deixou a concentração de sua seleção, o zagueiro permaneceu com os escandinavos. Apesar da distância, ele se mostrou muito feliz com a chegada da herdeira.


— Ser pai é a coisa mais maravilhosa que pode ocorrer com alguém, mas jogar as quartas de final de um Mundial com a equipe de seu país é igualmente importante. Já estou com vontade de entrar em campo para dar meu máximo amanhã (sábado).

Granqvist reconheceu que a campanha da Suécia é surpreendente, uma vez que ficou em primeiro no Grupo F e deixou para trás a Alemanha, que caiu na primeira fase.


— Vamos partida a partida. Estar nas quartas de final de um Mundial já é muito grande. Esperamos conseguir um bom resultado amanhã. E, se conseguirmos, já pensaremos no próximo jogo.

Caso passe pela Inglaterra, a Suécia pegará o vencedor de Rússia e Croácia. Granqvist conhece bem a seleção anfitriã da Copa, uma vez que atuou pelo Krasnodar.


— Passei cinco anos magníficos aqui na Rússia com o Krasnodar, mas não dei nenhum conselho aos meus companheiros sobre um hipotético cruzamento com a Rússia nas semifinais porque primeiro temos que chegar lá.

Por fim, o zagueiro elogiou o seu companheiro de zaga: Victor Lindelof, do Manchester United.

— Victor é muito bom e jogo muito a vontade ao lado dele. Mas aqui é tudo igual, independentemente de quem jogar. Esta é uma grande equipe. Somos um grupo, um grupo forte. E por isso estamos onde estamos.

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