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Carolina Dieckmann pede posicionamento de Messi contra racismo na Copa de 2026

Carolina Dieckmann cobra Messi e Argentina sobre racismo.

Vanity Brasil

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Créditos: Imagem/Divulgação Vanity Brasil

A atriz Carolina Dieckmann utilizou suas redes sociais na última quinta-feira, 16 de julho de 2026, para reiterar sua torcida pela seleção da Argentina e, ao mesmo tempo, cobrar um posicionamento público de Lionel Messi e dos demais jogadores do time sobre os recentes episódios de racismo que têm marcado a Copa do Mundo.

As declarações de Carolina Dieckmann surgem em meio a um cenário de repetidos ataques racistas protagonizados por torcedores argentinos, tanto nos estádios quanto em plataformas online, durante o torneio. Essa série de incidentes tem gerado uma onda de indignação em diversos países, incluindo o Brasil, e levantado o debate sobre a responsabilidade de atletas e figuras públicas na condenação dessas atitudes preconceituosas.


Em seus Stories do Instagram, Carolina Dieckmann repostou uma publicação que defendia que o preconceito não deve ser associado a uma única nação, mas sim combatido em todas as esferas. A atriz complementou, afirmando a importância de um pronunciamento da seleção argentina e de seu capitão: “E, no mais, torço para que o Messi e sua seleção se posicionem. Racismo é crime”. A manifestação da atriz ocorreu um dia após a vitória da Argentina sobre a Inglaterra na quarta-feira, 15 de julho de 2026, que garantiu a vaga da equipe na final da Copa do Mundo, momento em que Dieckmann havia celebrado a união sul-americana e sua torcida por Messi.

Ainda em suas manifestações, Carolina Dieckmann respondeu às críticas que recebeu por sua torcida pela Argentina, argumentando que julgar uma seleção com base em seu histórico de racismo é falho, uma vez que diversas nações carregam complexas marcas de colonialismo, violência e perseguições. Ela mencionou Espanha, Inglaterra e França como exemplos de países com passados históricos de escravidão, colonização e extermínio de povos. A atriz reconheceu que a Argentina também possui um histórico problemático, mas ressaltou que sua intenção não era defender qualquer país em específico, e sim evidenciar que nenhum deles está isento de críticas.

Finalizando seu posicionamento, Carolina Dieckmann defendeu a liberdade individual de escolha de torcida, enfatizando que “ninguém aí tem autoridade moral para posar de exemplo antirracista, todos carregam histórico de colonialismo, racismo e violência”. Apesar das controvérsias, a atriz reiterou sua admiração pelo futebol de Lionel Messi, mas mantém a expectativa de que o craque utilize sua imensa força e influência para se manifestar de forma mais assertiva na luta antirracista, contribuindo para o combate ao preconceito no esporte e na sociedade.

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