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Entendendo o College Football: quais as principais diferenças para a NFL?

Paixão nacional, futebol americano universitário tem tradição centenária e torcedores similares ao nosso futebol

Jarda por Jarda|Lucas FerreiraOpens in new window

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Jogadores de Alabama entram em campo para enfrentar o time da Georgia na final da SEC, em dezembro de 2025 Reprodução Site/Crimson Tide /UA Athletics

O futebol americano universitário pousa aqui no Brasil em agosto, quando as universidades de Virginia Tech e NC State se enfrentarão no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro. Esta será a primeira partida de College Football no país, que recebeu nos últimos dois anos jogos da NFL na arena do Corinthians, em São Paulo.

Embora a liga profissional e a universitária usem uma bola oval com laços e tenham como principal objetivo chegar do outro lado do campo para fazer touchdown, existem algumas diferenças entre a NFL e o College Football.


Por exemplo, para a recepção de um passe ser validada na NFL é necessário que o recebedor toque os dois pés em campo ou alguma outra parte do corpo. No futebol americano universitário, no entanto, basta encostar apenas um pé dentro do campo de jogo para validar o lance.

O College Football também é muito mais plural que a NFL. Enquanto a liga profissional possui 32 times divididos em duas conferências, o nível universitário possui 138 equipes na sua divisão de elite, que representam múltiplas conferências com diferentes tamanhos e forças.


Há, inclusive, um time na Universidade do Havaí, cujo o campus fica a mais de 3.000 km do território continental dos Estados Unidos.

Mas a maior diferença, sem dúvidas, é a paixão arrebatadora do futebol americano universitário. Se as ligas profissionais nos EUA têm torcedores que muitos gostam de chamar de clientes ou espectadores, o papo muda quando o assunto é o College Football e o sentimento visceral que os programas (como são chamados departamentos atléticos das universidades) causam em seus fanáticos.


Assim como no nosso futebol, é uma paixão familiar que é transmitida de geração para geração. Crianças, jovens alunos, estudantes e idosos vão aos jogos e fazem barulho para apoiar suas universidades.

Se for preciso reformar o vestiário ou mudar a grama do campo, ex-alunos mais bem-sucedidos costumam fazer doações milionárias aos programas — não é difícil ver um grande empresário, um CEO ou um ator famoso nos estádios, que ultrapassam os 100 mil lugares de capacidade.


O universo do futebol americano universitário é gigantesco. E todas as quintas-feiras, até o jogo do College Football no Rio, vamos explicar um pouco de tudo para que você, leitor do Jarda por Jarda, esteja por dentro da cultura e das regras desta que é uma das maiores paixões dos fãs da bola oval.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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