Corinthians desafia o Arsenal para fazer história como campeão mundial feminino
Decisão da Copa dos Campeões feminina acontece neste domingo (1º), no Emirates Stadium, em Londres, às 15h
O Corinthians, comandado por Lucas Piccinato, quer entrar para a história. Após vencer o Gotham FC, dos Estados Unidos, por 1 a 0, na semifinal da Copa dos Campeões feminina, o clube alvinegro busca um título inédito para a galeria do clube: campeão mundial feminino. Para isso, as Brabas precisam superar o Arsenal, que goleou o ASFAR, do Marrocos, por 6 a 0, na outra chave.
A grande decisão do torneio acontece no Emirates Stadium, em Londres, casa do clube inglês, neste domingo (1º), a partir das 15h (horário de Brasília).
Vale lembrar que o Arsenal, da Inglaterra, é o atual campeão da Champions League feminina. E o Gotham, que foi derrubado pelo Timão na semi, venceu a Copa dos Campeões da Concacaf feminina da última temporada.
Além do título inédito e da vitrine para o futebol brasileiro mundialmente falando, levantar a taça hoje também tem um grande peso financeiro. Um prêmio milionário de cerca de R$ 12,17 milhões está em jogo, para quem vencer a grande decisão. O clube que ficar com vice-campeão leva para casa R$ 5,29 milhões.
Gabi Zanotti, camisa 10 das Brabas e autora do gol que garantiu na vaga na final, comentou sobre o resultado e a expectativa para a decisão: “Estou muito feliz, acho que não tem outra palavra. A gente estudou bastante o Gotham e, agora, temos uma nova preparação para tentar conquistar nosso objetivo”.
Primeiro campeão mundial feminino
A Copa dos Campeões feminina é o primeiro torneio mundial reconhecido pela Fifa. A criação da competição aconteceu em março de 2025, com a primeira edição sendo disputada agora, no início de 2026.
Em 2014, a equipe feminina do São José venceu o Mundial de Clubes da modalidade da época. Foi a primeira vez que o futebol feminino brasileiro conquistou um título mundial.
A disputa aconteceu no Japão e as brasileiras venceram o Arsenal, por 2 a 0. O São José ganhou o direito de disputar o torneio por conta do tricampeonato da Copa Libertadores feminina (2011, 2013 e 2014).
O extinto Nestle Cup - Torneio Internacional de Clubes de Futebol Feminino não era reconhecido pela Fifa, porém, tratado como mundial pela Conmebol.
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