Logo R7.com
RecordPlus
Cosme Rímoli - Blogs

Paulinho, Marcos Braz e Renato Augusto analisados pelo Corinthians. ‘Quero alguém que fique ao lado da diretoria. E não só dos jogadores.’ Presidente define o perfil do substituto de Fabinho. Nome até antes do Ano Novo

Véspera de Natal agitado para o presidente Osmar Stabile. Ele busca o novo executivo do Corinthians para 2025. Os jogadores, principalmente Memphis, e Dorival temem 2026 sem Fabinho

Cosme Rímoli|Cosme RímoliOpens in new window

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, busca um novo executivo que atue em sintonia com a diretoria.
  • Fabinho, ex-executivo, foi dispensado por priorizar os jogadores em vez da direção.
  • Jogadores, como Memphis, e o técnico Dorival estão preocupados com a ausência de Fabinho.
  • Stabile pretende anunciar o novo executivo até o final do ano, com nomes como Paulinho e Marcos Braz sendo cogitados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fabinho conseguiu contornar crises e ser fundamental na conquista da Copa do Brasil Reprodução/Instagram Fabinho

“Quero alguém que fique do lado da diretoria.

“E não só dos jogadores.”


Foi assim que o presidente do Corinthians, Osmar Stabile, definiu o perfil do novo executivo para um conselheiro importante, que o apoia.

A dispensa de Fabinho ficou mais do que esclarecida.


Para Stabile e, principalmente, para o restante da direção corintiana, o executivo priorizava, protegia demais os jogadores. E não permitia, a pessoas fundamentais para a sobrevivência de Stabile no cargo, e o seu sonho de ser reeleito no final do próximo ano, uma integração com os atletas.

“No Corinthians, o profissionalismo incomoda alguns”, deixou escapar Fabinho.


Ele era homem de confiança do ex-presidente Augusto Melo, que sofreu impeachment. Jamais teve a mesma parceria com Stabile. Foi Fabinho quem fez os ajustes para a contratação de Memphis.

Assim como o executivo teve o mérito de convencer Dorival a trabalhar no Corinthians. Prometeu quatro reforços, não os entregou, mostrando de forma aberta as dívidas corintianas que proporcionaram transfer bans.


Sanção imposta pela Fifa que proíbe contratações para clubes processados por outras equipes ou jogadores, por falta de pagamento.

Fabinho era homem de confiança de Augusto Melo. Dorival ficou abalado com sua saída Rodrigo Coca/Corinthians

Fabinho também controlou os atletas, revoltados com o atraso nos direitos de imagem.

Os méritos do executivo são muitos em 2025.

Mas Stabile já era pressionado para a dispensa há quatro meses. O lado mais importante desta pressão veio à tona nas últimas semanas.

De acordo com o avanço do Corinthians na Copa do Brasil, jogadores foram elogiando Fabinho. Assim como Dorival. Memphis aproveitou para criticar a direção. O holandês jamais perdoou o vazamento de seu contrato. Por um membro importantíssimo da direção de Stabile.

Os diretores foram ficando cada vez mais revoltados com Fabinho, por não conter o holandês. Ele virou pivô para a demissão do executivo. Stabile quis o cargo. Fabinho queria continuar, mas desde que o departamento de futebol ficasse ainda mais blindado, sem vazar informações para a diretoria.

A direção do Internacional sabia de parte da situação e já entrou em contato com ele, que negocia com o clube gaúcho.

Em compensação, Stabile já se reuniu com aliados.

Ele tem como metas Paulinho, ex-jogador do Corinthians, executivo do Mirassol.

Renato Augusto, ex-ídolo do Corinthians.

E Marcos Braz, ex-Flamengo, que trabalhou em 2025, no Remo.

Edu Gaspar e Leonardo são nomes que beiram o impossível e caríssimos.

Contra ele há a demissão de Dorival Júnior da Gávea, apesar de ganhar a Libertadores e a Copa do Brasil, em 2022.

O treinador corintiano ficou profundamente abalado com a saída de Fabinho.

Fabinho e Memphis tinham excepcional relacionamento. Holandês descontente com sua saída José Manoel Idalgo/Agência Corinthians

Assim como Memphis e os demais jogadores.

Ainda em novembro, Fabinho havia passado a Stabile algumas definições importantes.

Como as saídas de Romero e de Talles Magno.

Além de negociações buscando as vendas de Gui Negão e de Breno Bidon.

Fora as contratações previstas, já no mês passado, para a Libertadores, caso o Corinthians vencesse a Copa do Brasil, como aconteceu.

Stabile quer definir a chegada do novo executivo até o final deste ano.

E não aceitará ser um membro da direção ou conselheiro.

“Nada de estatutário. Há muitas alas. Eu quereo um executivo profissional.”

O dirigente não quer perder apoio de ala nenhuma.

O Corinthians não tem sossego nem na véspera de Natal...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.