Cosme Rímoli Palmeiras terá sua revanche. Mata-mata contra o São Paulo

Palmeiras terá sua revanche. Mata-mata contra o São Paulo

O Palmeiras não correu riscos. Intenso, venceu de novo a Universidad Católica, como havia feito no Chile. Por 1 a 0. Foi a oitava vitória seguida. Time de Abel Ferreira terá o São Paulo, nas quartas da Libertadores

  • Cosme Rímoli | Do R7

Marcos Rocha comemora o gol da vitória do Palmeiras. São Paulo pela frente na Libertadores

Marcos Rocha comemora o gol da vitória do Palmeiras. São Paulo pela frente na Libertadores

Cesar Greco/Palmeiras

São Paulo, Brasil

Se o Palmeiras queria revanche contra o São Paulo, conseguiu.

E no melhor estilo. Que vai além da final do Paulista de 2021. Na Libertadores, onde também tem contas a acertar. Jamais venceu o rival.  Se encontraram em 1974, 1994, 2005 e 2006. Foram oito jogos são seis vitórias e dois empates. E três eliminações na competição sul-americana: 1994, 2005 e 2006.

Serão dois clássicos pelas quartas de final desta Libertadores, em agosto. Valendo vaga para a semifinal da Libertadores.

Os jogadores palmeirenses sabem que estes confrontos serão diferentes, mais tensos do que contra equipes do Exterior.

O time de Abel Ferreira confirmou a classificação se impondo diante da Universidad Católica, do Chile. Assim como fez no Chile, os palmeirenses venceram também este segundo jogo, por 1 a 0, gol de Marcos Rocha.

Foi a oitava vitória seguida do embalado time verde.

A diferença de potencial era enorme. Tanto individualmente como na estratégia. Gustavo Poyet até tentou colocar seu time de maneira ofensiva, no início da partida, marcando o Palmeiras na saída de bola. 

Incomodou nos primeiros minutos.

Principalmente, aos sete. Quando Zampedri deu um lindo voleio e Weverton defendeu. Foi um susto.

Abel Braga tratou de fazer uma partida segura. Palmeiras atacou e não se expôs

Abel Braga tratou de fazer uma partida segura. Palmeiras atacou e não se expôs

Cesar Greco/Palmeiras

Mas aos poucos, o Palmeiras foi retomando o controle do jogo. A equipe de Abel Ferreira tratou fazer rodar a bola diante da zaga chilena. Seus jogadores atuavam concentrados, frios. Sabiam o que faziam. 

Não podiam correr o risco dos lançamentos atrás da sua última linha defensiva, deixar os chilenos explorarem a correria. Principalmente às costas dos seus laterais. Abel soube compor seu time com segurança, colocando muita intensidade nas intermediárias.

E as chances de gol criada. E Pérez fez ótimas defesas, em chutes de Gustavo Scarpa, Zé Rafael e Raphael Veiga. Além de contar com a sorte, como no voleio de Deyverson, que beijou a trave.

Até que veio inevitável.

Wesley cruzou para Veiga, que chutou na trave. No rebote, Marcos Rocha concluiu para o fundo das redes. Palmeiras 1 a 0, aos 35 minutos.

O gol fez justiça ao time muito melhor.

No segundo tempo, o Palmeiras seguiu firme, sem dar chance ao adversário. A Universidad Católica tentava na raça compensar a falta de talento. Mas Abel Ferreira soube muito bem travar o jogo. Diminuir o ritmo. Sabia que não tomaria a virada. O máximo que os chilenos faziam era levantar a bola para a área.

E com muita firmeza, sem correr riscos, venceu.

Terá pela frente o rival São Paulo.

Primeiro, no Morumbi.

Depois, no Allianz.

Valendo uma preciosa vaga na semifinal da Libertadores...

Mais bem pago de 2020, McGregor ostenta iate de R$ 15 milhões

Últimas