Palmeiras tem a grande chance de contratar Arias. O Fluminense não quer pagar R$ 110 milhões à vista, para ter o colombiano de volta. E volta chance de fechar com Nino
Wolverhampton exige o mesmo que gastou com Arias. A cláusula de prioridade do Fluminense já foi exercida, com consulta ao clube carioca. Os ingleses querem os R$ 110 milhões de uma vez só. Com a negativa vinda das Laranjeiras, caminho aberto ao Palmeiras. Cruzeiro segue atento
Cosme Rímoli|Do R7

A notícia é mais do que importante para Abel Ferreira.
O Fluminense tem, por contrato, a preferência se o Wolverhampton quiser vender Arias.
Foi exigência da direção do clube carioca, preocupada, principalmente pelo provável assédio do rival Flamengo.
Os ingleses e o jogador aceitaram a exigência. E lá foi ele, em julho de 2025, para realizar seu sonho de jogar na Europa.
Mas logo se tornou um pesadelo para habilidoso e veloz meia/atacante.
Seu time é fraquíssimo. Está na última colocação da Premier League. De 21 partidas, venceu uma. Empatou quatro. Perdeu 16!
E mesmo assim, ele não é titular absoluto. Vive um ‘entra e sai’.
A direção do Wolverhampton já trata como real o rebaixamento. E quer começar a planejar a temporada 2026/2027. Para isso, deseja fazer dinheiro para disputar a Segunda Divisão.
Vender Arias e recuperar os 17 milhões de euros investidos, R$ 106 milhões, é uma necessidade absoluta.
A direção do Palmeiras está muito bem informada dessa situação.
Já conversou com a direção do clube inglês. E com o jogador.
Empresários do colombiano queriam analisar com calma e escolher o clube onde ele vai seguir carreira.
O desejo, a princípio, seria seguir na Europa.
Mas não há propostas. Seu desempenho é muito fraco no lanterna da Liga Inglesa. Foi titular 13 vezes e sete vezes reserva. Marcou um único e solitário gol.
O Flamengo não se animou com jogador de 28 anos. O Cruzeiro tem certo interesse. Mas o Palmeiras é o clube que mais o deseja.
O problema era a cláusula de prioridade do Fluminense. Mas o clube carioca não quer gastar R$ 110 milhões, e de uma vez só, para voltar a ter o atleta. Apesar do desejo de Luiz Zubeldía. Esse é o principal trunfo que animou a direção palmeirense.
Mas Leila Pereira precisa agir rápido e autorizar o executivo Anderson Barros a fechar a transação. A primeira oferta foi de 15 milhões de euros, R$ 93 milhões. Os britânicos insistem nos R$ 106 milhões.
Não há prioridade sobre o colombiano, com a desistência do Fluminense.
Quem quiser contratá-lo tem essa chance.
Ele quer disputar a Copa do Mundo e deseja voltar a atuar em um clube dominante, com potencial para brigar por títulos.
O Palmeiras tem a enorme chance de contratá-lo.
O Fluminense não quer gastar R$ 110 milhões à vista.
A oportunidade é agora.
Se Leila ficar apostando que os britânicos vão ceder, e diminuir o preço do jogador, pode ter uma amarga surpresa.
Por outro lado, a direção do Zenit já se mostra mais disposta a negociar o zagueiro Nino, também ex-Fluminense.
Sem poder participar dos torneios europeus, por conta da guerra contra a Ucrânia, os clubes russos se assumiram como negociantes.
Querem fazer dinheiro com atletas. Comprando e vendendo, sem preocupação em manter seus elencos por muito tempo.
O Palmeiras já procurou Nino duas vezes.
E a resposta foi negativa.
O clube russo pagou 5 milhões de euros, cerca de E$ 31 milhões. E agora estipulou o preço do zagueiro de 28 anos em 11 milhões de euros, cerca de R$ 68 milhões.

A direção palmeirense sabe que o Zenit pretende ganhar mais do que o dobro que gastou.
E fez uma proposta mais baixa.
De acordo com conselheiros ligados à Leila, foram ofertados, 6 milhões de euros, cerca de R$ 37 milhões.
A negociação, apesar dos valores tão distantes, segue.
Abel quer o jogador.
Na verdade, diante do poderio do Flamengo, ele cruza os dedos para que Leila feche com Arias e Nino juntos.
E nas próximas horas o técnico deve ter boas notícias…















