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O ‘perdão temporário’ do Palmeiras a Bruno Rodrigues acabou. Jogador, que disputou torneio amador nas férias, foi mandado de volta para o Cruzeiro

A cúpula do Palmeiras ficou extremamente revoltada com Bruno Rodrigues. O jogador havia ficado 598 dias em atuar, por duas lesões graves, jogou torneio amador nas férias, no Rio Grande do Norte. Ele pediu desculpas. Mas elas foram temporárias. Abel ficou desiludido com o jogador. Seu empréstimo serve como exemplo

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Leila Pereira foi uma das pessoas mais decepcionadas com Bruno Rodrigues. Ele ficou 598 dias sem atuar, recebendo em dia seu salário. E se expôs em torneio amador Cesar Greco/Palmeiras

Acabou o ‘perdão temporário’ a Bruno Rodrigues.

Não importa se o Palmeiras vai começar a fase decisiva do Paulista.


Ninguém no comando do futebol o queria seguindo no elenco.

Não por falta de potencial.


Ele seria um reserva útil.

Mas foi a postura durante as férias.


Por mais que ele tivesse pedido desculpas a Abel Ferreira e aos dirigentes, jamais a relação foi a mesma.

O blog vem noticiando que ele não seguiria no Palmeiras na temporada.


Pelo simples motivo que desobedeceu ordens expressas de Abel.

Nenhum jogador do Palmeiras pode entrar em campo nas férias, mesmo em partidas amistosas, sem a liberação do treinador.

E não ocorreu isso com o atacante.

Ele atuou na final do Campeonato Amador de Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte. Foi campeão pelo Guarani de Gravatá.

Fez questão de posar com o restante do time.

A notícia explodiu no ano passado.

Não pela relevância do jogador.

Mas porque ele enfrentou duas cirurgias. Uma artroscopia no joelho direito e o rompimento patelar do joelho esquerdo.

598 dias sem poder atuar.

Mas recebendo seu salário de R$ 600 mil, em dia.

A direção considerou falta de consideração com o clube, com Abel, com os companheiros.

Ele pediu desculpas.

E até entrou em quatro partidas.

Nada fez de produtivo.

Havia perdido o bom ambiente com todos.

O rendimento nos treinos era fraco.

Ele se tornou um problema.

Por conta do contrato até o final de 2028.

E não quis a rescisão.

Sabe que o acordo é excepcional.

Bruno Rodrigues foi campeão e capitão do Guarani de Gravatá, na final do campeonato amador de Ceará-Mirim Divulgação/Prefeitura de Ceará-Mirim

O Palmeiras tentou vendê-lo ou emprestá-lo ao Internacional. Não houve acordo.

O jogador não aceitou reduzir salários, dizem conselheiros ligados a Leila.

A direção fez questão de tirar a sua camisa 11.

Ela passou a ser de John Arias.

Estava óbvia sua saída.

E o Palmeiras teve de fazer o que não queria.

O emprestou, pagando parte do seu salário, ao Cruzeiro.

Até o final de 2026.

Mas o Palmeiras não quer mais utilizá-lo.

Ou ele será emprestado de novo, vendido.

Ou terá seu contrato rescindido.

Ninguém, até hoje, se conforma com a atitude de Bruno Rodrigues, de se expor em uma final de torneio amador.

Justo ele que ficou quase 600 dias se recuperando.

Bruno pagou o preço.

No Palmeiras não jogará mais.

O recado de Abel está dado a todos os jogadores...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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