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Nem pênalti inexistente segura o líder. Palmeiras vence o Ceará e a péssima arbitragem de Anderson Daronco

O time de Abel Ferreira vencia o Ceará por 2 a 0, em Fortaleza. A equipe nordestina tinha um jogador a menos. Mas um pênalti absurdo, inexistente, pôs fogo na partida. Mas a vitória ficou com o líder do Brasileiro

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli


Dudu marcou o primeiro gol do Palmeiras. Jogo ficou difícil depois de pênalti inexistente
Dudu marcou o primeiro gol do Palmeiras. Jogo ficou difícil depois de pênalti inexistente

São Paulo, Brasil

Gustavo Scarpa mostrou mais uma vez por que a diretoria do Palmeiras e Abel Ferreira acabaram frustrados, por não conseguirem a renovação. E a saída dele, confirmada, em 2023, para o futebol inglês.

O meia-atacante outra vez desequilibrou uma partida para o líder do Brasileiro. Em duas jogadas individuais, ele garantiu os dois gols para o Palmeiras, que definiram a vitória, em Fortaleza, por 2 a 1, diante do Ceará. Logo na primeira partida do segundo turno do torneio nacional. 

Dudu e o argentino López marcaram. Enquanto Mendoza descontou na cobrança de penalidade.

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O gol do time nordestino deve ser credenciado ao árbitro Anderson Daronco. Ele marcou um pênalti inexistente, de Danilo em Vina.

Até Neymar ficaria envergonhado da simulação absurda do atacante do Ceará. Mas Daronco foi enganado. Assim como o árbitro de vídeo, Rodrigues Nunes de Sá. 

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Os juízes brasileiros seguem fazendo péssimas partidas.

O lance incendiou o jogo e tornou tudo muito mais difícil para os comandados de Abel Ferreira.

Mas o importante para o Palmeiras foram os três pontos, que fizeram o clube se isolar ainda mais na liderança do Brasileiro, com 42 pontos. Com doze vitórias em vinte partidas. Seis empates e duas derrotas. O time segue invicto no torneio jogando no campo adversário.

"É importante, para a equipe que quer ser campeã brasileira, conseguir bons resultados fora de casa. Não podemos nos contentar com empates, ainda mais vestindo a camisa do Palmeiras. Então buscamos a vitória desde o começo e fomos coroados com bom resultado. Sobre o lance do pênalti: da minha visão dentro do campo, não foi pênalti.

"O Daronco disse que rapidamente confirmaram o pênalti para ele. Perguntei para nosso assessor e falaram na transmissão que não foi pênalti. É estranho. Ainda bem que fizemos um resultado que não precisamos depender da arbitragem. Não quero falar mal de ninguém.

"O Daronco é um excelente árbitro, um trio muito bom. Mas, se não foi pênalti, é estranho.

"A gente já vem de um negócio meio esquisito contra o São Paulo. Mas é o que costumo dizer: a gente tem que fazer muito para que no final a gente não precise de acertos de arbitragem ou coisa do tipo", dissecou, sincero, Scarpa.

López, depois de excepcional passe de Gustavo Scarpa, marcou seu primeiro gol no Palmeiras
López, depois de excepcional passe de Gustavo Scarpa, marcou seu primeiro gol no Palmeiras

A partida deve mesmo ser dividida em dois momentos. Antes e depois do pênalti.

No início do jogo, a equipe cearense tentou surpreender, como fez em São Paulo, no primeiro jogo do Brasileiro, quando venceu o atual bicampeão da Libertadores. Marquinhos Santos colocou seu time para marcar a saída de bola do time paulista. Ainda individualizou a marcação em Raphael Veiga, Dudu e Gustavo Veiga. 

O Palmeiras não esperava o ritmo tão forte desde o início do jogo. O time não conseguia se livrar da marcação. O Ceará tinha apenas vontade, correria, faltava talento. Mas se impunha. 

Até que, aos 25 minutos, Abel Ferreira percebeu que não adiantaria manter seus principais jogadores presos ao esquema definido. E tratou de inverter Gustavo Scarpa com Raphael Veiga.

Atuando como meia, como fazia no Fluminense, Scarpa desmoronou o sistema defensivo cearense. Foi assim que ele invadiu a área cearense, driblou, e chutou forte, cruzado. E de perna direita. O goleiro João Ricardo pôde apenas espalmar. E Dudu, no rebote, fez Palmeiras 1 a 0, aos 30 minutos do primeiro tempo. 

O gol e, principalmente, Scarpa solto desequilibraram psicologicamente o Ceará. Marquinhos Santos, ao mandar suas linhas de marcação subirem, deixou espaço nas costas da zaga. E foi por lá que Gustavo Scarpa acertou passe cinematográfico para López. O argentino invadiu a área e tocou forte, com convicção, para as redes, na saída desesperada de João Ricardo. 2 a 0, Palmeiras, aos 45 minutos do primeiro tempo.

Quem conhecia o potencial do time de Abel Ferreira tinha a plena convicção de que a vitória já estava garantida. Até pela diferença de talento entre os dois times. 

Aos 48 minutos, Gustavo Gómez se precipita e empurra Mendoza. Pênalti real para o Ceará, que Daronco não marcou. 

O Ceará, que já havia adotado uma postura suicida no início da partida, decidiu atacar ainda mais. E era lógico que o Palmeiras com seus atacantes velozes iria ter uma grande vantagem. E não demorou. Aos quatro minutos, Dudu lançado às costas da zaga sofre falta de Richarlison, como último recurso. O jogador do Ceará foi corretamente expulso.

O Palmeiras, de Abel Ferreira, sempre soube explorar a vantagem de ter um jogador a mais. E passou a administrar o jogo. Já que a vitória parecia mais do que garantida, por conta do seu firme sistema defensivo. 

Abel Ferreira irritadíssimo, mesmo com a vitória. Não se conformava com o pênalti marcado por Daronco
Abel Ferreira irritadíssimo, mesmo com a vitória. Não se conformava com o pênalti marcado por Daronco

O ritmo da partida já estava mais lento. Controlado pelos palmeirenses. 

Até que veio a esdrúxula simulação de pênalti de Vina. E que convenceu Daronco e o chefe da arbitragem de vídeo. Pênalti inexistente marcado aos 32 minutos do segundo tempo. Mendoza cobrou e descontou.

A partir desse erro inaceitável de Daronco, o Ceará, empurrado pela sua torcida, e diante da irritação, da confusão mental do Palmeiras, pressionou o time paulista.

Pressionou e quase conseguiu o empate.

Abel Ferreira saiu revoltado do campo.

O Palmeiras outra vez foi prejudicado por uma arbitragem no torneio nacional.

O lado ótimo do confronto em Fortaleza acabou sendo os três pontos.

E o futebol desequilibrante de Gustavo Scarpa.

Mas Anderson Daronco quase estragou o jogo...

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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