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Morreu o sonho de Tite. A Itália não o quer. Nem a Europa. Ele vira plano C para time da Arábia. Fracassos nas Copas pesam demais

O treinador, que sonhava em trabalhar em um grande time italiano, depois da Copa do Catar, não teve convite. Nem de outros clubes grandes europeus. É apenas a terceira opção para o Al-Hilal

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

Tite começa a entender os reflexos do fracasso em duas Copas com o Brasil. Nada de Itália
Tite começa a entender os reflexos do fracasso em duas Copas com o Brasil. Nada de Itália Tite começa a entender os reflexos do fracasso em duas Copas com o Brasil. Nada de Itália

São Paulo, Brasil

3.601 quilômetros.

2.238 milhas.

1.945 milhas náuticas.

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Essa é a distância entre a Arábia Saudita e a Itália.

Tudo mostra que, finalmente, Tite entendeu que os fracassos seguidos com a seleção brasileira inviabilizaram seus planos de trabalhar na Itália na próxima temporada, 2023/2024.

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Não são apenas os grandes, Napoli, Juventus, Inter, Lazio, Milan, Roma e Atalanta, que não cogitam seu nome. Os demais clubes, Fiorentina, Monza, Torino, Bologna, Udinese, Sassuolo, Empoli, Salernitana, Lecce, Hellas Verona, também não.

Nem os rebaixados Spezia, Cremonese e Sampdoria levam o nome do brasileiro em consideração.

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Trabalhar na Itália era o plano de carreira do treinador após a seleção brasileira.

Ou ao menos trabalhar na Europa. Poderia ser Espanha, Inglaterra, Alemanha, França. 

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O treinador está recluso desde a vexatória eliminação da seleção, nas quartas da Copa, diante da Croácia. Não aceita dar entrevistas. 

Esperançoso, até demais, ele fez curso intensivo de inglês. Italiano ele já fala. Assim como espanhol.

Inglês porque os grandes clubes italianos contratam grandes jogadores do mundo, e o idioma usado para a comunicação é o inglês.

Estava pronto para o convite que não chegou.

Aos jornalistas que buscaram informações sobre o treinador, chegaram informações dispersas e não confirmadas desde novembro.

Assim que o Brasil foi eliminado pela Croácia, três grandes clubes europeus queriam, supostamente, Tite. E duas seleções importantes.

Luis Enrique é a primeira opção. Por sua íntima relação com Messi, jogador sonhado pelo Al-Hilal
Luis Enrique é a primeira opção. Por sua íntima relação com Messi, jogador sonhado pelo Al-Hilal Luis Enrique é a primeira opção. Por sua íntima relação com Messi, jogador sonhado pelo Al-Hilal

A "informação" era totalmente incoerente e não se confirmou.

Muito menos disfarçou o péssimo trabalho no Catar.

Até mesmo no Brasil, país em que o treinador jurou não trabalhar em 2023, para não ser cobrado do fracasso em duas Copas do Mundo, ele só teve convites do Corinthians.

Foram três.

Um antes do Mundial, quando indicou Fernando Lázaro.

Outro depois da demissão de Lázaro.

E após a saída de Cuca.

Não, não e não.

Assim, seis meses depois do Mundial, surge agora a chance de treinar o Al-Hilal, da Arábia Saudita.

Mas a situação não é como foi apresentada até agora pela grande mídia brasileira.

Tite é um dos candidatos a substituir o argentino Ramon Díaz.

O sonho dos árabes é contratar Messi para concorrer com o Al-Nassr, que tem Cristiano Ronaldo.

E estudam a melhor opção como treinador.

A prioridade é Luis Enrique, ex-técnico da Espanha.

Depois, o argentino Marcelo Gallardo.

Tite é o plano C.

O seu procurador, Gilmar Veloz, foi mesmo contatado.

Para saber quanto Tite gostaria de ganhar e o seu plano de trabalho.

Enrique recusou a primeira proposta dos árabes.

Mas uma nova deverá ser feita.

Se recusar novamente, Tite brigará pela vaga com Gallardo.

Enquanto isso, na Europa, seu nome não é cogitado.

Muito menos na sua sonhada Itália...

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