Maior vexame do Palmeiras, desde que Abel chegou, terá consequências. Depois do 4 a 0 para o Novorizontino, direção fará ‘de tudo’ para fechar compra de Nino e de Arias. Piquerez fala em ‘medo e vergonha’
Foi traumático. Abel decidiu poupar jogadores para o clássico contra o São Paulo, Novorizontino fez o que quis. Goleada por 4 a 0 foi muito modesta. Palmeiras escapou de perder por mais
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Foi constrangedor.
O Palmeiras entregue, desmotivado, com o time, de novo modificado por Abel Ferreira.
Ele pensou no clássico contra o São Paulo e se esqueceu do Novorizontino.
O time do vivido Enderson Moreira se aproveitou de todo espaço oferecido, da falta de competitividade, da frouxidão palmeirense que, sem entrosamento, mostrou falta de rumo imperdoável.
4 a 0 para o time mediano interiorano foi imperdoável.
Os jogadores assistiam, sem convicção, e tensos, o Novorizontino construir o elástico placar. Não reagiram, nem pareciam estarem vestindo a camisa do Palmeiras.
Abek, que vem implorado por Arias, Almada e Nino, decidiu poupar Vitor Roque e Carlos Miguel. Além de o time se ressentir da inteligência e técnica de Andreas Pereira, contundido.
“As primeiras palavras que vêm à minha cabeça é pedir desculpas ao torcedor, que veio apoiar hoje. O que aconteceu hoje é uma vergonha, um time totalmente desconhecido dentro do campo, jogamos com medo, ninguém queria pegar a bola.”
São revelações importantes, saídas da boca do experiente Piquerez, que outra vez, jogou muito mal. Assim como o resto do time.
O grande parecia o Novorizontino.
O Palmeiras transparecia desentrosamento e insegurança.
“Não fomos competitivos, espero que possamos errar tudo nesse tipo de jogo. Sabemos a responsabilidade de representar o Palmeiras.
“Quando não somos competitivos nem nos mobilizamos mentalmente para esse tipo de jogo, esse resultado pode acontecer. É só ver como sofremos os quatro gols, não é normal na nossa equipe.
“Uma derrota pesada, mas será uma derrota maior se não aprendermos com o que aconteceu aqui hoje.
“Para quando olharmos para a equipe, tem que ver há muitos lesionados e não estamos na máxima força. Ponto número um.
“Ponto número dois: já disse que vamos olhar os jovens, colocá-los à prova e vimos gols hoje que não podemos tomar. A responsabilidade de representar o Palmeiras é enorme. E sabemos o risco que é apostar na base.”

Sim, Abel disse do risco de apostar na base. Só faltou ele gritar para a diretoria o quanto precisa aumentar o elenco. Foi uma cobrança, sim. Ele espera há semanas pelas contratações de Arias, Almada (muito difícil) e Nino.
Como acontece com todos os times do mundo, quando sofrem uma grande derrota, buscam reforços imediatamente, para desviar o foco. Mais uma vez, conselheiros ligados a Leila Pereira garantem que novos nomes serão anunciados ‘em breve’.
Sem sutileza alguma, Abel Ferreira repassou a culpa pela maior goleada que o Palmeiras sofreu, desde que chegou, em outubro de 2020, aos jogadores.
O treinador nunca havia perdido por 4 a 0 no Palmeiras.
Mas ele tem enorme culpa. Ao insistir com jogadores que estiveram nas suas maiores conquistas e que hoje, não são nem sombra do que foram, como Raphael Veiga, Murilo, Martínez e o próprio Piquerez.
Ou colocar em campo atletas jovens demais, que se assustaram quando o time começou a tomar gols.
E ter atletas com potencial fraco como Khellven e Bruno Rodrigues.
Nas três vitórias que o Palmeiras tinha no Paulista, por 1 a 0, contra Portuguesa, Santos e Mirassol, o time mostrou falhas.
Abel foi testando peças.
Como fez ontem em Novo Horizonte. E ofereceu a goleada para o time de Enderson Moreira.
Sábado, o Palmeiras enfrenta o São Paulo, em Barueri. Vitor Roque e Carlos Miguel devem voltar.
Mas Abel quer é passar a contar com Arias, Nuno e, quem sabe, Almada.
Ele insiste com o executivo Anderson Barros: precisa de reforços.
Mas tudo passa pela caneta de Leila Pereira.
Se ela precisava de provas para contratar...
Não precisa mais.
Palmeiras goleado por 4 a 0, pelo Novorizontino, é um resumo do que acontece.
A inoperância da direção em contratar.
E Abel fazendo testes seguidos com meninos, colocando em campo setores desentrosados.
É preciso ter firmeza nos pedidos a Leila.
Além de não insistir com atletas que não rendem...















