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Cosme Rímoli - Blogs
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Guardiola, o melhor técnico do mundo, conseguiu. Ganhou a Champions inédita para o Manchester City. Com direito à Tríplice Coroa

Foi uma final inesquecível, de igual para igual. Ederson fez defesas fabulosas. E o City, mesmo perdendo De Bruyne, lesionado, conseguiu se superar. E venceu a excelente Inter por 1 a 0, em Istambul. Vitória de Guardiola

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli


Guardiola sendo aplaudido no Manchester City ao segurar, com carinho, sua terceira Champions League
Guardiola sendo aplaudido no Manchester City ao segurar, com carinho, sua terceira Champions League

São Paulo, Brasil

Pep Guardiola conseguiu realizar seu maior sonho.

Fez do Manchester City campeão da Champios League pela primeira vez.

E de forma invicta.

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Com toques de requinte, conquistando a também inédita Tríplice Coroa, foi o terceiro troféu na temporada 2022/2023, além dos da Premier League e da Copa da Inglaterra.

De nada adiantava para o grupo bilionário árabe vencer cinco Campeonatos Ingleses dos últimos seis.

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O toque de tensão e tristeza, na vitória diante da valente Inter de Milão, por 1 a 0, gol de Rodri, veio na contusão de De Bruyne, que teve de abandonar a final, por lesão muscular, aos 35 minutos do primeiro tempo.

Pep Guardiola ganhou sua terceira Champions League.

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É o grande colecionador de títulos europeus há 14 anos.

3 Champions League (2008/09 e 2010/11 pelo Barcelona e hoje pelo City)

3 Mundiais de Clubes (2009 e 2011 pelo Barcelona, 2013 pelo Bayern de Munique)

3 Supercopas da Uefa (2009 e 2011 pelo Barcelona, 2013 pelo Bayern de Munique)

3 Campeonatos Espanhóis (2008/09, 2009/10 e 2010/11 pelo Barcelona)

2 Copas do Rei (2008/09 e 2011/12 pelo Barcelona)

3 Supercopas da Espanha (2009 e 2011 pelo Barcelona)

3 Campeonatos Alemães (2013/14, 2014/15 e 2015/16 pelo Bayern de Munique)

2 Copas da Alemanha (2013/14 e 2015/16 pelo Bayern de Munique)

5 Campeonatos Ingleses (2017/18, 2018/19, 2020/21, 2021/22 e 2022/23 pelo Manchester City)

4 Copas da Liga Inglesa (2017/18, 2018/19, 2019/20 e 2020/21 pelo Manchester City)

2 Copas da Inglaterra (2018/19 e 2022/23 pelo Manchester City)

2 Supercopas da Inglaterra (2018 e 2019 pelo Manchester City)

A comemoração do Manchester City pelo desejado e inédito título da Champions League
A comemoração do Manchester City pelo desejado e inédito título da Champions League

A decisão em Istambul foi eletrizante. Porque o time de Inzaghi não aceitou passivamente o toque de bola, a movimentação constante do Manchester City. Muito pelo contrário. A Inter tratou de atacar em bloco, com coragem, competitividade.

Acertou bola na trave, obrigou Ederson a grandes defesas. 

Importantíssimas.

Uma delas no último minuto da prorrogação, aos 50 minutos.

Os dois times muito intensos, compactos, com elencos recheados de estrelas.

Fizeram uma final inesquecível.

Longe do domínio do favorito Manchester City.

Foi submisso à Inter de Milão em vários momentos do jogo.

Ederson fez duas defesas espetaculares e ainda tomou uma bola no travessão. A Inter foi muito ofensiva
Ederson fez duas defesas espetaculares e ainda tomou uma bola no travessão. A Inter foi muito ofensiva

Mas o próprio Guardiola havia dito que, se precisasse se defender, seu time se defenderia. Porque o poder ofensivo da Inter de Milão tinha de ser respeitado.

Não eliminou o Barcelona, na fase de grupos, nem o Porto, o Benfica e o Milan à toa.

A campanha invicta do City passou pelo Borussia Dortmund, na fase de grupos, e foi derrubando, um a um, adversários cada vez mais poderosos, Red Bull Leipzig, Bayern de Munique e o Real Madrid.

Guardiola tratou de montar seu time da maneira mais segura possível.

Talvez até lembrando a derrota para o Chelsea na final da Champions League de 2021, no Porto, o treinador catalão montou sua equipe fechada, no 3-6-1. Não queria tomar o primeiro gol de jeito nenhum, porque sabia do poder da Inter de Inzaghi na marcação, no contragolpe.

E o City sofreu muito. 

O domínio da Inter, no 3-5-2, foi gritante. Até porque era evidente que De Bruyne estava se poupando; com dores musculares, ele sabia que estava próximo a uma lesão. O City perdia seu grande poder de articulação no meio-campo sem o belga. 

O fenômeno Haaland ficou muito solitário. E mesmo assim, com seu pontencial individual, conseguiu duas chances importantes, enfrentando o forte sistema defensivo italiano.

Ederson beijando o desejado troféu. A imprensa mundial celebra a grande atuação do goleiro
Ederson beijando o desejado troféu. A imprensa mundial celebra a grande atuação do goleiro

Em compensação, Lautaro Martínez, Dzeko e o vivido Lukaku não aproveitaram a pressão imposta, principalmente no primeiro tempo, sobre o City.

No segundo tempo, sem De Bruyne e com Folden, o time melhorou na compactação. Na intensidade. E nos contragolpes em bloco.

E aos 22 minutos veio o sonhado gol do volante espanhol Rodri.

Akanji deu excelente passe a Bernardo Silva, que invadiu a grande área e rolou para Rodri, de frente para o gol. O chute foi colocado, com muito talento, sem chance para Onana.

1 a 0.

O gol teve reflexos imediatos.

O Manchester City se fechou mais ainda.

E a Inter passou a pressionar. Sem tanta paciência, com muitos cruzamentos para a área. E em dois desvios, de Lukaku e Gosens, Ederson fez duas defesas sensacionais.

O Manchester City finalmente conseguiu o título sonhado, desejado.

Entrou para a elite dos grandes campeões europeus.

Não é mais um novo rico.

Graças ao seu maior acerto.

A contratação de Pep Guardiola...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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