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'Eu era imbatível na RECORD. Ganhava na audiência de todas as outras emissoras.' Exclusiva com Luciano Faccioli

Em entrevista exclusiva, Luciano Faccioli relembra que foi o futebol que o transformou em um dos maiores comunicadores do país. E lamenta a situação do Santos, na Segunda Divisão

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Um dos maiores apresentadores da tevê brasileira é uma mistura rara: espontaneidade, talento, vibração, alegria e credibilidade.

Aos 58 anos, com energia impressionante, Luciano Faccioli é uma força da natureza.

E abriu sua alma.

Revelou que usou o futebol como um caminho para se tornar apresentador de jornalismo geral, com grandes pitadas de entretenimento.

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“Nunca quis ser só jornalista esportivo. Acabei aproveitando as portas que o futebol me abriu para ir além. E consegui.”

Eu o conheci setorista do Corinthians, há cerca de 26 anos, quando era setorista do Corinthians, pela rádio Jovem Pan. Não nos víamos há pelo menos 25 anos.

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Mas Faccioli fez como se tivéssemos nos encontrado no dia anterior, tamanha sua simpatia.Antes de se firmar como grande apresentador, ele foi um repórter muito inteligente, sarcástico, irônico.

Capaz de enfrentar ironicamente Leão, Vanderlei Luxemburgo e outros tantos treinadores explosivos.

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E conseguir informações exclusivas.

Nascido e criado em Santos, acompanhou o surgimento de Robinho.

Sabe detalhes da vida e da carreira de Neymar.

Suas matérias eram diferenciadas, mais humanas, fugiam do jornalismo esportivo habitual.

Mas quem o acompanhava no Parque São Jorge tinha a certeza que iria para a televisão. Não como repórter, mas como âncora.

“Sempre tive facilidade para me comunicar. Para mexer com o ambiente, com as pessoas. É algo natural. E que sempre me acompanhou.”

Não fugiu da raia quando teve chance no jornalismo esportivo. Mesmo quando teve de se vestir de coelho da Páscoa para entrevistar populares no Viaduto do Chá, em São Paulo.

Sua ascensão foi meteórica.

Logo estava comandando um jornal matutino na RECORD.

“Eu era imbatível!

“Vencia toda a concorrência. Inclusive a Globo. Foi o melhor período na minha vida como apresentador do SP No Ar. Era muito feliz. Só que veio um convite da Band. Eu jamais deveria ter ido. Não naquela situação”, confessa arrependido.

Foi para substituir Luiz Datena, que acabou voltando para a Band. O retorno acabou travando o plano que havia sido traçado para Faccioli.

Incansável, Luciano não para de se reinventar.

Foi trabalhar em Pernambuco, em uma afiliada do SBT, foi para a Rede TV!

Depois, para a Rede Brasil.

E, finalmente, está na Rede Thathi, afiliada da Band, no Litoral de São Paulo.

“Eu adoro o que eu faço. Sou muito grato ao futebol. Mas eu nasci para ser apresentador.

“Gosto de transmitir e explicar as notícias para as pessoas mais simples.”

Faccioli vai no ponto nevrálgico da atual relação entre jornalistas esportivos e jogadores.

“Não quero nem pensar em trabalhar em futebol sem ter acesso direto aos jogadores, técnicos, dirigentes. Ficou tudo muito impessoal, frio. Não é para mim.

“Eu quero é a sinceridade.

“Os olhos nos olhos.”

A entrevista completa de Luciano Faccioli está no Canal do Cosme Rímoli.

Lá estão mais de 50 depoimentos de personagens importantes ligados ao esporte deste país.

Como Rodrygo, do Real Madrid, Denilson, Milton Neves, Cléber Machado, Hortência e outros...

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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