Cosme Rímoli Cada vez menos Galvão na Globo. Caminho para a aposentadoria

Cada vez menos Galvão na Globo. Caminho para a aposentadoria

Galvão fora dos Estaduais. Nem no estúdio. Reservado para a Libertadores e jogos importantes do Brasileiro. Globo quer fim da dependência

  • Cosme Rímoli | Do R7

Daqui a uma semana, Galvão Bueno completará 70 anos. Fôlego não é o mesmo

Daqui a uma semana, Galvão Bueno completará 70 anos. Fôlego não é o mesmo

Reprodução Globo

São Paulo, Brasil

A notícia dada pelo companheiro de R7, Flávio Ricco, de que Galvão Bueno não voltará para transmitir os Estaduais, ficando reservado para o Brasileiro e Libertadores, tem dois significados importantes.

E que o blog vem destacando.

A Globo quer cada vez mais distância dos Estaduais.

Ainda mais depois do que aconteceu no Campeonato Paranaense, quando o Athletico rompeu e não aceitou ter seus jogos mostrados pela emissora carioca.

O rompimento aconteceu em 2015.

Atualmente, a transmissão é do streaming DAZN.

O Carioca não faz mais partes do planejamento da Globo.

Executivos se sentiram traídos pela Ferj, quando o Flamengo transmitiu seu jogo contra o Boavista, usando a MP 948.

O Paulista é o considerado lucrativo.

O contrato vai até 2021, como o Gaúcho.

O Mineiro é o mais longo, até 2023.

Mas a emissora carioca seguirá não mostrando o primeiro mês de disputa desses torneios, às quartas-feiras, por confrontos fracos, desinteressantes.

Infarto de Galvão foi um susto. Emissora não quer depender do narrador de 70 anos

Infarto de Galvão foi um susto. Emissora não quer depender do narrador de 70 anos

Reprodução

A segunda razão é cada vez menos depender da figura de Galvão Bueno.

Daqui a uma semana, ele completará 70 anos.

E sua extensão vocal não é a mesma. 

Nem o fôlego.

A ideia é mesmo apostar cada vez mais em Luis Roberto, 59 anos,  Cleber Machado, 58 anos.

E Gustavo Villani, 39 anos.

Fora ainda, os planos de lançar uma narradora, até a Copa do Mundo Feminina, em 2023.

Galvão Bueno seguirá transmitindo cada vez menos na tevê aberta.

A meta de aposentadoria na narração de futebol, na Copa do Qatar, está mantida.

Depois da competição, dois caminhos.

Se fixar como comentarista.

Ou se aposentar...

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