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Cosme Rimoli Copa 2018
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Com toda a justiça, a França está na final da Copa da Rússia

Os franceses precisaram se desdobrar na marcação.  Sem dar espaço à surpreendente Bélgica , venceram com um gol de Umtiti. E estão na final 

Cosme Rímoli|Do R7 e Cosme Rímoli

Umtiti terminou a jogada ensaiada com forte cabeçada para as redes
Umtiti terminou a jogada ensaiada com forte cabeçada para as redes Umtiti terminou a jogada ensaiada com forte cabeçada para as redes

A França chega, com justiça, e estratégia, à sua terceira final de Copa do Mundo.

Em São Petersburgo, um gol em cobrança de escanteio de Umtiti, decidiu a primeira equilibrada semifinal da Copa do Mundo da Rússia.

Umtiti completou para as redes aos cinco minutos do segundo tempo. Os franceses venceram marcando muito forte.

Os belgas não tiveram espaço, bem ao contrário do que aconteceu diante do Brasil. E não tiveram como escapar da derrota, da frustração de disputar o terceiro lugar.

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Os franceses trocaram o brilho pela solidariedade, diante de um adversário mais forte fisicamente. E está na decisão do Mundial. Vitória tática.

Deschamps tem a chance de ser o terceiro homem a ganhar a Copa como jogador e treinador. Até hoje, só Zagallo e Beckenbauer conseguiram, em 20 Copas do Mundo.

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Na primeira semifinal da história das Copas sem Brasi, Alemanha e Argentina, França e Bélgica se enfrentavam pelo privilégio de chegar à final.

Duas equipes que eram apontadas como coadjuvantes. Se por decadência dos três tradicionais selecionados ou pelo trabalho competente dos franceses, belgas, croatas e ingleses, não importa. Os quatro chegaram com toda a justiça.

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E logo no primeiro tempo, em São Petersburgo se acompanhou um grande jogo de futebol. Moderno, intenso, vibrante. Sem a necessidade de ninguém ficar rolando na grama, simulando dores inexistentes. Nem qualquer atleta tentando se destcar pelo corte de cabela ou pose vazia de celebridade mimada contrariada.

O que se viu foi muita intensidade, preenchimento dos espaços, vibração, ataques e defesas em bloco. Duas equipes modernas querendo jogar futebol. Um espetáculo de precisão de trocas de passes. Os franceses acertando 91% e os belgas, 89%. 

Lukaku foi uma decepção. Nervoso, foi anulado com toda facilidade
Lukaku foi uma decepção. Nervoso, foi anulado com toda facilidade Lukaku foi uma decepção. Nervoso, foi anulado com toda facilidade

Didier Deschamps viu o que Roberto Martínez fez com o Brasil. E preparou seu time mais habilidoso e veloz com uma forte marcação, suas linhas de quatro e cinco travando as intermediárias. Para não deixar com que os belgas encuralassem os franceses na sua área, como aconteceu com o time de Tite.

Mesmo assim, a Bélgica começou muito melhor. Trocando passes do meio para a frente, contando com a movimentação constante de seus atacantes. Outra vez Hazard mostrava ótimo futebol, do meio para a esquerda. Criando muitos problemas para a forte defesa francesa.

Aos 21 minutos, Alderweireld girou rápido e obrigou Lloris à uma defesa sensacional. A França, aos pouxos foi recuperando o dominio do jogo, principalmente com Pogba e Kante se adiantando, puxando o time para a frente.

A partida seguia leal e equilibrada. Mbappé aos poucos foi crescendo no jogo. E o garoto de 19 anos fez excelente jogada, invadiu a área e serviu para o lateral Pavard, de surpresa. Sozinho, livre, para marcar. Mas Courtois fez uma estupenda defesa com os pé direito, mostrando porque é um dos grandes goleiros do mundo.

A primeira etapa foi igual, mas com a França crescendo nos últimos minutos, melhor.

O segundo tempo começou com o ritmo mais lento, com os times mais equiilibrados psicologicamente, sem tanta ansiedade. Até que aos cinco minutos, houve um escanteio para os franceses.

A jogada ensaiada deu certo. O cruzamento veio na primeira trave. Umtiti teve todo o espaço para correr pela área bela, tomar impulso e ganhou na cabeça do atônito Fellaini. Courtois não conseguiu fazer o milagre. 1 a 0, França.

O gol mexeu profundamente com a partida. Os belgas perderam a tranquilidade. Passaram a demonstrar irritação, ansiedade, precipitação. Como havia acontecido com o Brasil, nas quartas. Sentiram na pele como era difícil sair atrás em um jogo decisivo na Copa do Mundo. 

A comemoração de Griezmann. Sacrifício em nome do jogo coletivo
A comemoração de Griezmann. Sacrifício em nome do jogo coletivo A comemoração de Griezmann. Sacrifício em nome do jogo coletivo

O espanhol Roberto Martínez adiantou sua equipe.Tentando atacar em bloco. E também apelando para os cruzamenteos da intermediária. A França, sem constrangimento, recuou. A intenção era não dar espaço e ainda tentar armar contragolpes para definir o jogo. 

Mas o que se viu até o final da parftida foi a firmeza da marcação francesa. Os belgas não tiveram talento, imaginação ou técnica para o improviso diante da área. Até mesmo Hazard acabou se deixando levar pelo nervosismo. Forçando cruzamentos aéreos que consagravam Varane, ótimo cabeceador.

Grismann e Mbappé, atacantes, deram a alma, marcando como volantes.

Nos minutos finais, Courtois conseguiu evitar dois gols,

Não fizeram falta.

A França está mais em final.

Morreu o sonho dos surpreendentes belgas...

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