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PSG ganha Liga dos Campeões e fecha temporada quase perfeita

Com a vitória diante do Arsenal, time de Luis Enrique conquista quinto título em seis torneios no ano, e vira bi na Champions

Blog do Nicola|Jorge Nicola, em Budapeste

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Dembelé marca de pênalti para o PSG o gol do 1 a 1 (Phil Noble/Reuters) REUTERS

O PSG é o melhor time de futebol no mundo. E pelo segundo ano seguido. Neste sábado, diante de 61.035 torcedores, o clube francês venceu o Arsenal nos pênaltis, após empate no tempo normal em 1 a 1, e faturou seu bicampeonato da Liga dos Campeões, em uma temporada que beirou a perfeição. Foram cinco taças em seis possíveis – a equipe de Luis Enrique só não levou a Copa da França, em que acabou eliminada pelo Paris FC na fase com 32 times.


Antes de bater o Arsenal nos pênaltis, com o zagueiro brasileiro Gabriel Magalhães desperdiçando a última cobrança, o PSG já havia dado a volta olímpica no Intercontinental de Clubes (diante do Flamengo), na Supercopa da Uefa (contra o Tottenham), na Supertaça da França (em cima do Olympique de Marselha), além do Campeonato Francês.

E o mais maluco é que o PSG só virou um supertime depois de abrir mão de gênios como Lionel Messi, Neymar e Mbappé.


O segundo título consecutivo da Liga dos Campeões foi bem mais complicado que o da temporada passada, quando o PSG enfiou 5 a 0 na Inter de Milão. Em Budapeste, o Arsenal chegou a abrir o placar, com Havertz, após vacilo de Marquinhos, aos 5 minutos do primeiro tempo.

De tanto insistir, ainda que sem o habitual refinamento, o PSG foi premiado com o empate aos 19 minutos da etapa final, em cobrança de pênalti de Dembelé. A partir daí, o PSG passou a ser um pouco mais conservador, embora continuasse a criar as melhores chances, como na finalização de Kvaratskelia na trave.


O tempo passou, mas o placar, não. Nem as mexidas de Luis Enrique e Arteta alteraram o rumo do jogo, que seguiu para os pênaltis. E, na marca da cal, o PSG tem se mostrado imbatível, tanto contando a Champions seu terceiro dos cinco títulos na temporada, em penalidades máximas.

A grande diferença desta vez foi que Safanov, goleiro russo, nem precisou defender. O lateral português Nuno Mendes perdeu sua cobrança, em defesaça de Raya, mas Ezze e Gabriel Magalhães chutaram para suas batidas, fazendo a festa dos franceses, que agora são bicampeões europeus.

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