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Presidente do Corinthians revela conversas com mais dois interessados em naming rights

Negociação com a Caixa é a mais antiga, porém Osmar Stabile tem esperança de que novas interessadas possam avançar em acordo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Corinthians está em negociação com a Caixa Econômica e mais duas empresas para os naming rights do estádio.
  • A dívida do clube com a Caixa é de cerca de R$ 650 milhões, considerada impagável devido aos juros.
  • A demora da Caixa nas negociações levou o Corinthians a buscar outros interessados.
  • O clube enfrenta uma grave crise financeira, com salários e direitos de imagem atrasados, tornando novas receitas essenciais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nome do estádio pode garantir bolada para o Corinthians Divulgação/Neo Química Arena

A Caixa Econômica não está mais sozinha nas tratativas pelos naming rights do estádio do Corinthians. O presidente Osmar Stabile revelou ao blog que outras duas empresas entraram na disputa. “Estamos negociando com mais dois interessados”, admitiu Stabile, animado com a concorrência.

Corinthians e Caixa discutem desde o ano passado a possibilidade de a dívida do financiamento ser trocada pelo nome do estádio pelos próximos dez a 20 anos. Hoje, o Timão deve cerca de R$ 650 milhões ao banco estatal. Porém, por causa dos juros, a conta parece impagável.


O grande problema é a burocracia na Caixa. Incomodado com a demora na resposta do banco, o Corinthians abriu outras frentes. E foi então que surgiram os dois novos interessados.

Com uma curiosidade: o acordo de Palmeiras e WTorre com o NuBank ajuda. Existe a impressão no Parque São Jorge de que não será difícil alcançar cifras bem superiores às do atual contrato com a Hypera Pharma, de R$ 300 milhões por 20 anos.


Desde a temporada passada, a multa para a quebra do atual contrato de naming rights do Corinthians caiu para R$ 50 milhões.

Vale lembrar que o Corinthians vive uma de suas maiores crises financeiras da história. Salários, direitos de imagem e até a ajuda de custo aos atletas das categorias de base têm atrasado. Até por isso, qualquer nova receita seria extremamente bem-vinda.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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